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Rodoviários continuam paralisação durante a tarde desta terça-feira (15), em Manaus

Funcionários das empresas Global e São Pedro estão de braços cruzados e cerca de 350 mil pessoas estão sem transporte nas Zonas Norte, Leste e Oeste. De acordo com os grevistas, o movimento continua até que os empresários paguem as férias do empregados

Após terceira tentativa de negociação, ficou decidido que a greve dos rodoviários devem entrar pela tarde

Após terceira tentativa de negociação, ficou decidido que a greve dos rodoviários devem entrar pela tarde (Luiz Vasconcelos)

Sem avisar, funcionários das empresas Global e São Pedro não colocaram os coletivos na rua e cerca de 350 mil pessoas, principalmente das Zonas Leste, Oeste e Norte de Manaus, estão sem condução desde as primeiras horas desta terça-feira (15). Ao todo são 380 coletivos parados na garagem. Representantes dos rodoviários só aceitam voltar ao trabalho após a confirmação de pagamento das férias dos funcionários, que acumula atrasos.

Neste momento, o clima é tenso e a Polícia Militar (PM) começa a reforçar o policiamento na frente da garagem da Global Transportes, com pelo menos três viaturas posicionadas próximo da manifestação. José Bernardo, gerente de operações da Global, é apontado como líder do movimento grevista e tenta, pela terceira vez em poucas horas, uma negociação com os empresários. 

O gerente está impedindo a entrada dos funcionários responsáveis pelo segundo turno na empresa, que tem início às 12h, afirmando que os ônibus só sairão da garagem após os funcionários que estão de férias mostrarem o comprovante de recebimento das mesmas, uma das principais bandeiras desta paralisação inesperada.


Em resposta, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Manaus (Sinetram) afirmou que ingressou com uma ação na Justiça do Trabalho pedindo que a greve seja declarada ilegal, uma vez que não foi anunciada 72 horas antes do seu início, como prevê o artigo 13 da Lei 7.783/39. Na ação, o Sinetram também requer o fim da greve e a prisão das dirigências sindicais que a lideraram.

Paralisação surpresa

O motivo da greve ainda não está completamente claro, mas os rodoviários afirmam que o pagamento de férias e do Fundo de Garantia sobre o Tempo de Serviço (FGTS) não está sendo pago. Eles cobram também melhorias trabalhistas e uma série de outros pagamentos, como de horas extras acumuladas e os referentes à demissões atrasadas.

Em contra-partida, os empresários afirmam que tudo está sendo quitado de acordo com o que foi firmado com o sindicato que representa a categoria. O Sinetram afirmou que os rodoviários passaram a ganhar reajuste de 6% neste mês. 

A reportagem do Portal ACRÍTICA.COM tenta, durante toda a amnhã, entrar em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM), sem sucesso.

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