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Após paralisação nas primeiras horas da manhã, ônibus voltam a circular na cidade

Estima-se que 50% da frota de ônibus da cidade ficaram paralisadas, afetando moradores das zonas Oeste, Centro-Oeste, Sul e Leste da capital

Greve dos rodoviários em Manaus

(Luiz Vasconcelos)

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (7), parte da população de Manaus sofreu com a falta de ônibus circulando pelas ruas da cidade. Os funcionários de pelo menos cinco empresas, Líder, Vega, Global Green, São Pedro e Via Verde, cruzaram os braços e não saíram das garagens dentro dos coletivos.

Estima-se que 50% da frota de ônibus da cidade ficaram paralisadas, fazendo moradores das zonas Oeste, Centro-Oeste, Sul e Leste da capital ficarem impedidos de embarcar e seguir para compromissos. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM) esteve na garagem da Via Verde, no bairro Nova Esperança.

“Até o sindicato foi surpreendido pelos trabalhadores. A paralisação ocorreu porque tínhamos feito um acordo, com o prefeito Artur Neto e as empresas, de que não iriam descontar nada a respeito da greve do dia 7 de setembro, mas descontaram foram dois dias. Foi descontado na folha do mês de abril”, disse o presidente da STTRM.

Os rodoviários tiveram descontados dos salários os dias de paralisação que ocorreu em setembro de 2013, contrariando uma determinação do prefeito Artur Neto. "Foi uma absoluta traição do Sinetram (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário do Amazonas). Eles desatenderam o meu pedido de não cortar (as faltas) dos salários”, disse o prefeito, em entrevista à Rádio A Crítica FM.

Artur Neto prometeu cortar o subsídio para empresas de transporte de Manaus caso haja novamente descumprimento de acordos. O subsídio é o desconto monetário feito pela Prefeitura de Manaus à empresas que garante a estabilidade do valor da tarifa em R$ 2,75. “Se eu perceber que esses empresários estão incorrigíveis, vou cortar o subsídio e vou manter a tarifa em R$ 2,75”, disse.

Retorno às ruas

A paralisação começou às 4h desta quarta, no início do expediente, e terminou por volta das 8h30, após o prefeito Artur Neto conversar com Givancir, por telefone, prometendo um diálogo nos próximos dias, através da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), e garantindo pagamento aos rodoviários do que foi descontado erroneamente dos salários.