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SMTU e Manaustrans podem definir regras de faixas exclusivas para ônibus até sexta-feira (22)

Diretor-presidente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, disse que existe a possibilidade de faixas funcionarem em alguns trechos e em horários específicos

Faixa exclusiva na avenida Constantino Nery é pouco usada por ônibus

Faixa exclusiva na avenida Constantino Nery é pouco usada por ônibus (Euzivaldo Queiroz/AC)

A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) e o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) podem definir até a próxima sexta-feira (22) uma regra para o funcionamento de faixas exclusivas para o transporte público nas principais avenidas de Manaus. A informação foi dada nesta segunda-feira (18) pelo diretor-presidente do SMTU, Pedro Carvalho.

O diretor-presidente afirmou que desde o início da experiência da faixa exclusiva, em janeiro, os dois órgãos estão fazendo estudos para determinar a melhor forma de uso desse instrumento. A ideia é dar maior fluidez ao trânsito e qualidade ao transporte público na cidade. “Vamos nos reunir até sexta-feira para tomar conclusões sobre esses estudos e ver como a faixa exclusiva vai funcionar”, afirmou.

Pedro Carvalho adiantou que há possibilidade de que a faixa exclusiva funcione apenas em alguns trechos e em horários específicos. “Na realidade, a gente só deve fazer faixa exclusiva em alguns trechos em função da experiência na (avenida) Constantino Nery (Zona Centro-Sul de Manaus)”, declarou.

Ele afirmou que o funcionamento da faixa exclusiva depende ainda da implantação de, pelo menos, outras duas plataformas Bus Rapid System (BRS) – antigo Expresso - e sinalizações ao longo dos trechos do roteiro.

As faixas exclusivas para transporte coletivo foram sinalizadas desde o início do ano, mas na prática nunca foram testadas. Isso porque os coletivos utilizam todas as faixas para se deslocar entre as plataformas da esquerda e as paradas de ônibus da direita. Os motoristas de automóveis também usam as faixas sinalizadas como exclusivas porque não há qualquer proibição formal ou fiscalização contra a ação.