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Sargento da PM baleado durante assalto, ‘Caju’ é enterrado em Manaus nesta quarta (3)

José Cláudio Marques da Silva foi assassinado com três tiros próximo à sede do PMN, no Cj. Eldorado, Zona Centro-Sul de Manaus, enquanto fazia serviço para o candidato a governador Chico Preto

Enterro de ‘Caju’ foi feito com honras da Polícia Militar, onde a vítima era oficial

Enterro de ‘Caju’ foi feito com honras da Polícia Militar, onde a vítima era oficial (Bruno Kelly)

O sargento da Polícia Militar José Cláudio Marques da Silva, 46, o “Caju”, assassinado em frente à sede do Partido da Mobilização Nacional (PMN), no Conjunto Eldorado, Zona Centro-Sul de Manaus, nesta terça-feira (2), foi enterrado com honras da Corporação no cemitério Nossa Senhora Aparecida, no Tarumã, Zona Oeste da cidade, na tarde desta quarta (3). Colegas, familiares e amigos próximos, incluindo o deputado e candidato ao Governo Chico Preto, participaram da cerimônia.

O caso atraiu bastante atenção pelas circunstâncias: Caju era oficial da PM, lotado na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), e acompanhava informalmente a esposa de Chico Preto quando ocorreu o crime. Eles haviam acabado de sair de uma agência do banco Bradesco na avenida Djalma Batista, onde Silvana Castro, a mulher do político, sacou uma grande quantidade de dinheiro – cerca de R$ 34 mil, segundo informações da Polícia Civil.

Dois homens em uma moto abordaram a dupla na sede da PMN e, numa ação rápida, dispararam contra Caju, matando-o na hora. Silvana se escondeu no edifício do Partido e escapou ilesa.

No velório, o deputado Chico Preto, emocionado, afirmou que a relação dele com Caju era antiga. “Antes de ser empregado, ele era um amigo”, disse. O candidato segue com a campanha suspensa por tempo indeterminado, em respeito à morte do policial. O PMN informou que Caju não era funcionário do partido, tendo feito o serviço estritamente com base no relacionamento que mantinha com Chico.

Supostos assassinos

As investigações das Polícias Civil e Militar ainda não trouxeram novas informações sobre o episódio. Segundo o delegado Orlando Amaral, titular da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), as imagens do circuito interno da agência estão sendo analisadas para elucidar detalhes do crime, como a suspeita de que uma mulher teria telefonado de dentro da agência logo após a saída de Silvana, possivelmente para alertar os criminosos.

Na tarde desta quarta (3), duas fotos que seriam supostamente dos assassinos de Caju ganharam as redes sociais, mas a Polícia Civil não confirmou a veracidade das informações. “Ainda é cedo para dar maiores detalhes, mas estamos fazendo esforços em várias frentes para solucionar com rapidez esta ocorrência, e fazermos justiça à morte do oficial José Cláudio”, informou o delegado.

* Com informações do repórter Bruno Strahm.