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Servidores da Polícia Civil decidem sobre realização de greve geral

Entre as reivindicações estão: a aplicação da Lei de Escalonamento (2271/04) e a criação de classe especial para peritos e delegados, o que culminaria em reajustes salariais cujos percentuais ainda estão indefinidos. Ele informou que, atualmente, cerca de 2,5 mil policiais fazem parte da corporação

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Polícia Civil decide se realizará greve geral ainda hoje

Servidores das quatro classes da Polícia Civil estão reunidos, neste momento, na sede do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil (Sinpol – avenida Paulo VI, Petrópolis, Zona Sul), para definir, por meio de votação, pela realização ou não da greve geral da categoria  que, se aprovada, deve ocorrer ainda este mês, segundo o presidente da Associação dos Peritos Oficiais do Estado do Amazonas (Apoeam), Ladislau Brito Santos Júnior.

Entre as reivindicações estão: a aplicação da Lei de Escalonamento (2271/04) e a criação de classe especial para peritos e delegados, o que culminaria em reajustes salariais cujos percentuais ainda estão indefinidos. Ele informou que, atualmente, cerca de 2,5 mil policiais fazem parte da corporação.

Ladislau também ressalta que a categoria pleiteia o encaminhamento de um projeto de lei de autoria do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil (Sinpol), com a participação das entidades de classe que representam a Polícia Civil, para a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o qual regionaliza a aplicação da Lei do Escalonamento. Com a criação das novas categorias, o salário de um investigador, por exemplo, que hoje é de R$ 2.999, passaria para R$ 3.822, aumento de 27,4%.

No caso de aprovação da greve, será definida, ainda, a publicação do edital no Diário Oficial do Estado (DOE), pré-requisito exigido por lei para este tipo de manifestação. Ladislau explica que a Polícia Civil é composta por quatro classes: investigador, escrivão, perito e delegado, as quais apenas as duas primeiras são denominadas classes especiais.

De acordo com ele, representantes das categorias estiveram reunidos com membros do governo estadual, tais como o secretário da Casa Civil Raul Zaidan, o ex-secretário de segurança Zulmar Pimentel e até mesmo com o governador Omar Aziz, que prometeu solicitar um estudo de impacto econômico para analisar a implementação das medidas.

 No momento, eles aguardam a marcação de uma nova reunião com o chefe do executivo estadual para obter uma posição do governo. “Achamos que a greve não é boa para ninguém. Mas, é o que a gente tem que fazer, pois já esgotamos todas as vias diplomáticas”, explica o presidente da Apoeam. O movimento recebe o apoio da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), além de outras entidades de classe.