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Sinetram aciona justiça para impedir novos reajustes no preço do combustível

Segundo representante do órgão, pedido visa impedir que os reajustes diminuam a renda dos funcionários e impactem na tarifa repassada ao público

De acordo com o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges, a empresa responsável pela distribuição do combustível realizou dois reajustes em menos de um mês

De acordo com o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges, a empresa responsável pela distribuição do combustível realizou dois reajustes em menos de um mês (Arquivo AC)

A Justiça Federal indeferiu, no último dia 18 de janeiro, o pedido de tutela do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) determinando que a empresa que fornece o combustível se abstenha de estabelecer novos reajustes no preço do diesel. Os reajustes constantes podem impactar diretamente no valor da tarifa.

De acordo com o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges, as dez empresas resolveram entrar com a ação judicial depois que a empresa responsável pela distribuição do combustível realizou dois reajustes em menos de um mês, o que acabou gerando um impacto no preço final e comprometendo a situação financeira das empresas.

“Os custos relativos ao óleo diesel correspondem aproximadamente 25% do valor da tarifa pública. Os constantes reajustes comprometem significativamente o equilíbrio econômico-financeiro das empresas”, informou Borges.

Ainda de acordo com o assessor, o Sinetram buscará alternativas para tentar impedir um novo reajuste, pois, caso aconteça, o valor também pode impactar no valor repassado ao público. “Não podemos conviver com esses repentinos reajustes, pois isso prejudica o valor da tarifa e, consequentemente, a renda dos nossos usuários. Estamos trabalhando para termos um transporte de qualidade e com preço justo”, finaliza.

* Com informações da assessoria de comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram)