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Representantes de saúde do AM discutem ações preventivas para possíveis casos de ebola

Secretário de saúde do Amazonas afirma que Estado irá tomar todas as medidas preventivas para casos suspeitos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), doença já matou 1000 pessoas em quatro países da África Ocidental

Secretário de estado de saúde, Wilson Alecrim, descarta surto da doença

Secretário de estado de saúde, Wilson Alecrim, descarta surto da doença (Alexandre Fonseca/AC)

A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) promove na terça-feira (12), às 14h, na sede da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), uma reunião para o alinhamento de medidas a serem adotadas diante de casos suspeitos de ebola. Nesta sexta-feira (8), a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que o surto da doença na África Ocidental é uma emergência de saúde pública internacional.

O secretário estadual de saúde, Wilson Alecrim, destacou que a base da reunião, que contará com a participação de representantes da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), órgão da rede estadual de saúde, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), dos Portos e Aeroportos, será o Informe Técnico distribuído pelo Ministério da Saúde, nesta semana, sobre o assunto.

“Um surto da doença no Brasil, como tem destacado o Ministério, é praticamente improvável de ocorrer, mas precisamos estar com tudo ajustado para a hipótese de casos suspeitos chegarem ao Estado, a fim de que seja dada a correta assistência e adotadas as medidas adequadas de prevenção de novos casos”, afirmou Alecrim.

O diretor-presidente da FVS, Bernardino Albuquerque, disse que na quarta-feira (06), o Ministério da Saúde promoveu uma videoconferência com os órgãos de vigilância em saúde de todo o País, para reforçar o conteúdo do Informe Técnico e dirimir dúvidas.

“Os Estados fizeram algumas sugestões sobre o conteúdo do documento e o Ministério decidiu atualizar o texto com essas contribuições. Devemos receber a versão atualizada do informe no decorrer desta sexta-feira e é com base nele que iremos conduzir a reunião da próxima semana”, detalhou Bernardino.

A transmissão do vírus ebola, frisa Bernardino, se inicia a partir da manifestação dos sinais e sintomas da doença, que se desenvolve sempre com certo grau de gravidade. “Associando-se esta informação à da procedência (se a pessoa veio de um dos países onde há, neste momento, a ocorrência de surto da virose), pode-se levantar a suspeita do diagnóstico e disparar todo o processo de assistência e vigilância epidemiológica recomendados para esses casos”, diz o presidente da FVS.

Emergência internacional

Nesta sexta-feira (8), a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que o surto de ebola na África Ocidental – o maior e mais longo da história e que já matou quase 1.000 pessoas em quatro países daquela região – é uma emergência de saúde pública internacional. A OMS reconhece que muito provavelmente a grande maioria dos países não terá a ocorrência de casos do ebola.

Segundo a OMS, mortes chegaram a 1000 em quatro países da África Ocidental (Foto: Arte/Silas Laurentino)

Segundo a organização, a decretação de emergência internacional tem a finalidade de convergir esforços para o controle da doença nos países afetados até aqui, que estão com dificuldades para enfrentar o surto, na proporção que ele tomou.