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Considerado 'altamente perigoso' pela polícia, suspeito de homicídios e roubos é preso

Ele foi capturado no Hospital Pronto Socorro Dr. João Lúcio Pereira Machado, onde tinha dado entrado na sexta-feira (11) depois de ter levado quatro tiros

Caso Giovan - homicídio

Segundo representação que pediu por sua prisão preventiva, Gilvan "não demonstra respeito algum pela legislação" (Divulgação)

Foi preso na noite desta segunda-feira (14) Gilvan Oliveira dos Reis, 18, conhecido como “Loirinho” e também como “Vela”, em cumprimento ao mandado de prisão expedido pela juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha. Ele foi capturado no Hospital Pronto Socorro Dr. João Lúcio Pereira Machado, onde tinha dado entrado na sexta-feira (11) depois de ter levado quatro tiros. Os policiais o prenderam assim que lhe foi dada alta.

Apesar da pouca idade, ele foi definido pelo delegado Ivo Martins, do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP), como um “elemento altamente perigoso que, apesar de ter completado recentemente apenas 18 anos, tem uma ficha criminal extensa”.

Segundo informações da polícia, ele já conta com sete passagens pela Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deai) por conta de seu envolvimento em diversos roubos e atualmente é investigado por roubo, receptação e uma tentativa de homicídio no 30º DIP.

Ele também é investigado, na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (Dehs), pela morte de um comerciante no bairro Amazonino Mendes e de um homem conhecido como “Diego” no bairro Nova Cidade, ambos na Zona Norte de Manaus. Ele teria disparado quatro tiros de revólver calibre 22 contra “Diego”, segundo os investigadores.

Mais recentemente, ele vem sendo investigado por seu envolvimento em uma tentativa de homicídio ocorrida no dia 29 de maio deste ano. Segundo policiais, ele adentrou, juntamente com um comparsa, em uma lan house no loteamento Monte Sião, na Zona Leste, com intenções de roubar o estabelecimento, mas o dono do local conseguiu deter-lhe, mas foi, no entanto, alvejado por tiros disparados por Gilvan.


Comparsa

A Polícia informou que Gilvan era habituado a cometer os crimes em turmas e tinha vários contatos que serviam a esses fins. Um deles, Anderson Amaral de Oliveira, 25, também tem um mandado de prisão expedido em seu nome, bem como um mandado de busca e apreensão para a sua casa, que fica na rua 7 do conjunto Alfredo Nascimento, bairro Cidade de Deus, Zona Norte.

No cumprimento dos mandados, os policiais foram à casa de Anderson, mas não o encontraram. No entanto, eles apreenderam Williames Rogério Silva de Menezes, seu cunhado, por conta de uma arma que estava ilegalmente no imóvel.

A representação por prisão preventiva apresentada pela delegada Juliana Soares Viga dá conta que Gilvan e Anderson são suspeitos de um roubo a uma residência localizada no conjunto Sérgio Pessoa Neto, bairro Cidade Nova I, Zona Norte, no dia 17 de fevereiro, também este ano.

Na ocasião, eles invadiram armados a casa de uma família por volta das 20h30 e, durante uma hora e meia seguinte, ficou exigindo dinheiro das vítimas e ameaçando matar as nove pessoas que estavam na residência naquela noite caso não tivessem a quantia que eles desejavam.

Três dias mais tarde, os dois, juntamente com outro elemento identificado apenas como “Janderson”, teriam atentado contra a vida de Everton dos Santos Correia, disparando três tiros contra ele dentro de sua própria casa, localizada no conjunto Alfredo Nascimento, bairro Cidade de Deus, Zona Norte.

Depois disso, segundo o documento policial, eles ainda desferiram golpes de tesoura contra a vítima. Segundo a namorada da vítima, Gilvan e Anderson já haviam tentado matar Evandro no dia anterior, em uma feira livre no mesmo conjunto.

A representação conclui que Gilvan e Anderson “não demonstram respeito algum pela legislação positiva e diretiva das condutas sociais” e afirmou que sua liberdade ameaça as investigações, vez que as vítimas “sentem-se atemorizadas e ameaçadas pelos indiciados que prometeram retornar para matá-las caso os mesmos sofressem alguma consequência repressiva de cunho legal”. Até o fechamento desta matéria, Anderson continuava foragido.

*com informações da repórter Girlene Medeiros