Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

TJAM decide manter preso ex-enfermeiro que abusou de 14 mulheres

Homem nega ter praticado os crimes, porém todas as vítimas apontaram o mesmo como culpado. Entre elas está uma adolescente de 14 anos, que na ocasião foi supostamente dopada

Homem foi preso suspeito de abusar de 14 mulheres, entre elas uma menor de 14 anos

Homem foi preso suspeito de abusar de 14 mulheres, entre elas uma menor de 14 anos (Divulgação)

Acusado de abusar de 14 mulheres que buscavam consulta ginecológica no Posto de Saúde Lourenço Borghi, bairro Japiim, Zona Sul de Manaus, o ex-enfermeiro Ronaldo Augusto Ferreira de Souza, 42, continuará preso preventivamente até o julgamento do caso, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). O homem foi detido no dia 14 de janeiro e entre as vítimas está uma adolescente de 14 anos.

Por unanimidade de votos dos desembargadores da Segunda Câmara Criminal do TJAM, o pedido de habeas corpus foi impetrado. “Havendo lastro probatório mínimo, indícios suficientes de autoria e prova da existência do crime, não se vislumbra qualquer irregularidade na manutenção de prisão preventiva, encontrando-se devidamente fundamentada, sobretudo, como vislumbro, devido à gravidade do crime”, diz um trecho do documento.

Segundo policiais do 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP) – que na época efetuaram a prisão –, o homem nega ter praticado os crimes. Por meio de oitivas no Distrito, todas as mulheres apontaram Ronaldo como o culpado. A adolescente de 14 que prestou depoimento ao lado de sua mãe afirmou que o homem lhe sedou, e que logo depois a estuprou.

A mãe da garota, que também foi ouvida, disse que Ronaldo não a deixou entrar na sala, para acompanhar a consulta, e que quando a sua filha saiu da sala, aparentava estar dopada e com sinais no corpo demonstrando que algo tinha acontecido.

Para o investigador Geraldo Filho, que participou da investigação e prisão do enfermeiro, a decisão do TJAM em manter o enfermeiro preso enaltece o trabalho da Polícia Civil, pois no momento em que ele foi preso, a polícia e a Justiça foram pressionados por familiares e amigos de Ronaldo, que afirmavam que ele era inocente e que tudo não passava de uma grande farsa das vítimas supostamente estupradas por ele.