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Vias recapeadas em Manaus já necessitam de reforço

Avenidas e ruas que receberam o serviço de asfaltamento recentemente começam a apresentar problemas de formação de buracos

Asfalto da avenida Coronel Jorge Teixeira já começa a apresentar defeito

Asfalto da avenida Coronel Jorge Teixeira já começa a apresentar defeito (Antonio Lima)

A cinco dias do prazo estipulado pela prefeitura para as empresas concluírem o asfaltamento de 15 avenidas e ruas principais de Manaus, alguns locais onde o serviços foi concluído começam a apresentar rachaduras, afundamentos e pequenas valas. Dividida em cinco lotes, a reestruturação completa de todas essas vias está estimada em R$ 200 milhões e está sendo feita com recursos do Tesouro Municipal e Caixa Econômica Federal.

Na avenida Coronel Teixeira, sentido Ponta Negra, em frente ao shopping de mesmo nome, A CRÍTICA encontrou uma fenda aberta, sendo possível ver, inclusive, a cor da terra, base da estrutura. O detalhe é que, de acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura, esta via, que compõe o terceiro lote de obras está com a pavimentação concluída, nos dois sentidos, desde o início de novembro. Além disso, a estrutura da camada asfáltica é visivelmente inferior à aplicada na Djalma Batista, com remendos aparentes.

Outro ponto que apresenta falha é a confluência da avenida Brasil, no bairro Compensa, com a avenida Coronel Teixeira, bairro Ponta Negra, ambos na Zona Oeste. No início do conjunto Ayapuá, ainda na curva, o desgaste do asfalto mostra o que está por baixo, provocando um desnível no local.

Na avenida Torquato Tapajós, que integra o 2º lote, um buraco pequeno também aparece em frente à antiga Philips.

Na avenida André Araújo, onde a obra de pavimentação foi executada pela prefeitura,  dois pontos apresentam afundamento e rachaduras. Um deles, na altura do seminário católico, o asfalto  cedeu à pressão e movimento dos veículos. A uns 20 metros, no outro lado da via, o mesmo problema pode ser percebido em uma escala maior. O afundamento tem em torno de 1 metro de cumprimento.

Em setembro, pouco depois da obra ser concluída, um tráfego de maquinário pesado, de responsabilidade do Instituto Nacional de Colonização e Reforma agrária (Incra), destruiu parte do asfalto, próximo ao local. Na ocasião, a Seminf informou que o asfalto utilizado no recapeamento da avenida “é de boa qualidade” e que tratava-se do mesmo usado em avenidas com grande fluxo, o concreto-asfáltico, composto à base de brita, que tem mais tempo de vida útil e oferece maior conforto para a população. Em anos anteriores, a Prefeitura trabalhava com o areia-asfalto, que tinha qualidade inferior porque ao invés de pedaços de pedras, levava areia na mistura.