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Vigilância Sanitária fecha fábricas de salgadinhos e restaurante no Centro de Manaus

Uma das fábricas de salgadinhos vendia os produtos para ambulantes que comercializavam os produtos nas ruas do Centro. Os estabelecimentos estavam descumprindo o Código Sanitário do Município

Os locais fechados receberão multas em torno de 1 a 400 Unidades Financeiras Municipais (UFM)

Os locais fechados receberão multas em torno de 1 a 400 Unidades Financeiras Municipais (UFM) (Divulgação/José Nildo)

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio do Departamento de Vigilância Sanitária (Dvisa), realizou a interdição definitiva de três estabelecimentos comerciais clandestinos nesta quinta-feira (5) no Centro de Manaus, sendo um restaurante e duas fábricas clandestinas de “salgadinhos”. Os locais estavam descumprindo o Código Sanitário do Município.

A primeira interdição aconteceu no Bar e Restaurante Olinda, na rua Governador Vitório. No primeiro andar do prédio funcionava o bar e o restaurante e, no andar de cima, uma fábrica clandestina de salgadinhos. A segunda interdição aconteceu na rua Frei José dos Inocentes, onde outra fábrica de salgadinhos foi fechada. Esse fábrica vendia as comidas para ambulantes que comercializavam os produtos nas ruas do Centro.

Durante a inspeção realizada, os fiscais do Dvisa constataram diversas irregularidades como problemas graves quanto à infraestrutura física e higiene do local, colocando a saúde da população em risco iminente. O chefe da equipe de fiscalização, Washington Brito, explicou que os estabelecimentos foram interditados para resguardar a saúde da população.


“Nós chegamos até estes estabelecimentos por meio de denúncias. Eles fabricavam salgadinhos e abasteciam o Centro. Um perigoso risco à saúde. Já no bar e restaurante, o proprietário não tem licença sanitária e recolhemos a churrasqueira por estar toda enferrujada. A situação encontrada nos estabelecimentos foi complicada, levando-nos a interditá-los para resguardar a saúde da população”, disse Brito.

Washington Brito esclareceu que a interdição aconteceu de forma definitiva. “Este local não será reaberto por se tratar de um prédio tombado. Nós não aceitaríamos qualquer tipo de reforma, teria que está dentro do Código Sanitário do Município o que dificultaria devido ao prédio ser muito antigo”. Brito afirma que os estabelecimentos comerciais receberão multas em torno de 1 a 400 Unidades Financeiras Municipais (UFM).

O trabalho de interdição faz parte das ações de rotina do Dvisa, o órgão municipal responsável pela proteção da saúde da população, através do controle da oferta e comercialização de produtos, de serviços e de engenharia sanitária, o que inclui a fiscalização do projeto arquitetônico de estabelecimentos de saúde e daqueles que atuam com a manipulação de alimentos ou medicamentos, incluindo consultórios médicos, supermercados e restaurantes.

O número do Disque-Denúncia do Departamento de Vigilância Sanitária é 0800-092-0123.

*Com informações da assessoria de imprensa