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Vírus Ebola é tema de debates em Manaus promovidos pelo Ministério da Saúde

Os debates ocorrem por meio de teleconferências, que são realizadas para tirar dúvidas e passar informações sobre prevenção ao vírus

Profissionais de órgãos públicos, como Infraero, Manaustrans, FVS, Lacen e FMT-HVD, participaram da discussão

Profissionais de órgãos públicos, como Infraero, Manaustrans, FVS, Lacen e FMT-HVD, participaram da discussão (J. Renato Queiroz)

O Estado do Amazonas vem se destacando dos demais estados brasileiros em relação a como agir em uma possível entrada do vírus Ebola no País, segundo avaliação do infectologista da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Dourado, Marcos Guerra, durante teleconferência promovida pelo Ministério da Saúde e realizada na manhã desta quinta-feira (4), a partir da sede da FMT-HVD. 

Essas teleconferências são realizadas para tirar dúvidas e passar informações sobre prevenção ao Vírus Ebola, onde em contato com os outros Estados são feitos perguntas sobre o protocolo enviado pelo a Ministério e que contém informações de como agir em um possível caso que chege ao Brasil. “Alguns Estados fizeram muitas perguntas, parece que não leram o que foi enviado. Essa teleconferência é uma espécie de sabatina para saber como estamos nos organizando”, disse o infectologista. 

Marcos Guerra ainda informou que este protocolo do Ministério é atualizado toda a semana. Conforme o médico, o primeiro era muito genérico, o segundo chegou mais especifico e trazendo informações concretas e listando as providências que devem ser tomadas. Informa ainda como proceder com o paciente; onde ele deve ser colocado; qual o tipo de assistência que dever ser feita; quais os cuidados que as pessoas que vão manipular desses pacientes devem ter; além do tipo de vestimenta que devem usar e como esta deve ser descartada.

Na teleconferência tratou-se também da coleta, condicionamento e remessa de material que venha ser obtido de algum paciente que posso ser identificado com  o vírus, e mais uma vez o encontro chamou atenção para a questão da prevenção, ou seja, a abordagem do paciente ou também com o cadáver, se vier a falecer uma pessoa acometida de Ebola no Brasil.

Marcos ainda destacou o simulado que aconteceu no Rio de Janeiro, que será reproduzido em todos os Estados e que provavelmente acontecerá na última semana deste mês. “Eles vão passar um relatório de como foi feito, para que os Estados montem sua própria simulação. Convergem para a Fundação Tropical todos os órgãos responsáveis pela vigilância das doenças em particular e outros órgãos que estejam envolvidos nesse simulado, como o transporte. Hoje podemos ver como está o nível de organização  de cada instituição e comprovamos a nossa harmonia. No caso da Infraero, FVS, Manaustrans e Fundação de Medicina Tropical e o laboratório Central, todos os órgão que possam ser envolvidos no caso estão reunidos aqui”, lembrou.