Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Lixeira viciada no Parque Samaúma

Moradores vizinhos à Unidade de Conservação Ambiental denunciaram surgimento de lixeira viciada nos limites da área verde

Moradores jogam lixo de todo o tipo na mata que cobre o lugar. Na área há de pneus a restos de eletrodomésticos e garrafas pet

Moradores jogam lixo de todo o tipo na mata que cobre o lugar. Na área há de pneus a restos de eletrodomésticos e garrafas pet (antonio lima)

Fundamental na manutenção do Corredor Ecológico Urbano do Mindu, o parque estadual Sumaúma, no bairro Cidade Nova, zona Norte, - abrigo para animais como o ameaçado sauim-de-Manaus e plantas medicinais como o marupá - pode ter uma parte da sua área de 51 hectares transformada em uma lixeira a céu aberto.

A denúncia foi feita por moradores do entorno da Unidade de Conservação Ambiental, que relataram que a prática de jogar lixo na mata do parque está a cada dia mais comum entre os próprios vizinhos do Sumaúma. Nas proximidades das ruas Tamoios e Bacuri, uma lixeira viciada que invade os limites da área de preservação atrai ratos, baratas e urubus e exala um forte mau cheiro por toda a rua.

No local, que não é cercado e fica a cerca de 500 metros da entrada principal do parque Sumaúma, há uma caçamba de disk-entulho usada como lixeira. Ela fica a alguns metros de um barranco, mas não impede que moradores joguem o lixo na mata que cobre esse barranco, que está repleto de lixo de todo tipo: de pneus e restos de eletrodomésticos a lixo doméstico e garrafas pet.

“E essa sujeira toda dentro do parque já tem anos. O carro da fiscalização já até passou aqui pela frente, mas nem parou para olhar. Se cercassem a área, já ajudava a manter mais limpa. O problema é que ninguém é punido por jogar lixo na mata”, disse a dona de casa Rosana Souto*, vizinha do parque.

Segundo ela, o chorume do lixo jogado às margens do barranco e também dentro da mata exala um forte mau cheiro, que se torna insuportável nos dias de calor. Já nos dias de chuva, o acúmulo de lixo entope bueiros e alaga a rua. “De qualquer jeito, dá problema para quem mora aqui. E o lixo é jogado por pessoas de outras ruas.

Até borracharias vêm jogar pneus que não prestam mais aqui nesse buraco, que está virando um lixão dentro da reserva”, disse.
Também morador do bairro, o comerciante Ronaldo Assis, 39, criticou a falta de fiscalização, também, em outros trechos que fazem limite com a área do parque Sumaúma.

“Tem gente que invade a área do parque para aumentar o quintal e acaba desmatando. Outras pessoas que jogam lixo na mata, nos fundos das próprias casas. E desde que o parque foi criado, nunca vi fiscalizações que tenham surtido efeito e acabado com essa prática”, reclamou.