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Dois meses após aumento, gasolina sofre novo reajuste e passa a custar R$ 3,19 em Manaus

Esse é o terceiro reajuste nos últimos seis meses, o que representa aumento de 3,57% no período. Motivo ainda é desconhecido por entidades, mas consumidor já pode sentir o peso da inflação no bolso

Valor cobrado chega a R$ 3,19 em postos de combustível da capital

Valor cobrado chega a R$ 3,19 em postos de combustível da capital (Winnetou Almeida)

O aumento no preço da gasolina comum já pode ser observado em vários postos de combustível da capital desde segunda-feira (10). O valor do litro do combustível está custando em torno de R$ 3,19, 1,91% maior que a última alteração feita em março deste ano, marcada em R$ 3,13/litro. O reajuste já é o terceiro registrado desde dezembro do ano passado, onde a cobrança passou a ser R$ 3,08. De lá pra cá, o aumento acumulado foi de 3,57%.

Apesar da mudança, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Lubrificantes, Alcoois e Gás Natural do Estado do Amazonas (Sindcam) diz que não possui controle dos preços e desconhece o motivo do aumento. “O Sindcam não pode se pronunciar sobre o valor dos preços porque o aumento é de responsabilidade do Governo Federal”, disse a secretaria executiva do órgão.

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL), Ralph Assayag, que também é dono de postos de combustíveis da cidade, contestou a informação dada pelo Sindcam. “O questionamento deve ser feito primeiramente ao Sindicato e depois às distribuidoras. Ainda não tive conhecimento sobre o panorama e por isso não posso falar a respeito”, contou.

Em abril, a gasolina comum chegou a custar R$ 3,13/litro, sendo o terceiro valor mais alto do País. As informações foram publicadas no Diário Oficial no dia 25 de março, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Na ocasião, a gasolina aditivada variava entre R$ 3,08 e R$ 3,23 e o Diesel entre R$ 2,50 e R$ 2,74.

Os efeitos do reajuste são sentidos no bolso do consumidor desde dezembro de 2013, quando a Petrobrás anunciou aumento de 4% para gasolina e 8% para o Diesel, alterando o valor do combustível para R$ 3,08. Praticando esses reajustes, o Estado poderia arrecadar cerca de R$ 10 milhões a mais por mês, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).