O prefeito Artur Neto (PSDB) disse nesta segunda-feira (07), que não comentará as declarações do ex-presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM) Isaac Tayah (PSD) sobre o reajuste salarial do prefeito, vice-prefeito e dos secretários municipais. Amanhã, a CMM vota em caráter extraordinário a redução dos salários para o valor recebido pela antiga administração municipal.
No dia 19 de dezembro os vereadores aprovaram por unanimidade o reajuste salarial deles próprios, dos prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. Com o reajuste, o salário do prefeito passaria de R$ 19 mil para R$ 24,2 mil mensais; o do vice-prefeito Hissa Abrahão (PPS) de R$ 18 mil mensais para R$ 23,2 mil; o dos secretários de R$ 15 mil R$ 18 mil; e o dos subsecretários de R$ 14 mil para R$ 17 mil.
Em matéria publicada ontem em A CRÍTICA, Isaac Tayah declarou que o prefeito Artur Neto sabia do reajuste salarial e que, em nenhum momento, pediu que não houvesse o aumento. “Ele foi consultado se poderíamos fazer ou não esse aumento. E ele (prefeito) me colocou que se fosse constitucional não teria problema nenhum. Eu fiz do jeito que foi solicitado”, disse Tayah à reportagem.
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