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Aulas de complexo de ensino localizado no residencial Viver Melhor finalmente iniciam

Após atraso pela ausência de energia elétrica, apesar de pronto, complexo municipal começou as atividades escolares. Cerca de 1,2 mil alunos estão matriculados

Complexo abriga o Cmei, que atende 480 alunos entre 4 e 5 anos, e a Emef, que terá 700 estudantes do 1º ao 5º ano

Complexo abriga o Cmei, que atende 480 alunos entre 4 e 5 anos, e a Emef, que terá 700 estudantes do 1º ao 5º ano (J Renato Queiroz)

Depois de 14 dias de espera, 1,2 mil alunos matriculados para estudar no complexo de ensino da rede municipal, localizado no residencial Viver Melhor, na Zona Norte, tiveram esta semana o primeiro dia de aula. Desde o dia 5 desde mês, os alunos eram levados pelos pais à escola, mas quando chegavam na porta da instituição eram orientados a retornar no dia seguinte. Até o último domingo, a maioria dos responsáveis pelos alunos não tinha previsão para o funcionamento do complexo, mas ontem foi surpreendida com o início das atividades.

“Passamos muito tempo sem previsão. Era revoltante arrumar meu filho, trazer para a escola e ouvir que tinha que voltar no outro dia sem saber se ainda iria ter aula”, disse a doméstica Socorro Pereira, 29.

O prédio é o primeiro da rede municipal do residencial e estava com a infraestrutura de ensino pronta, além de funcionários para começar as atividades desde o início do mês. Contudo, não havia rede elétrica instalada. O abrigo onde deveriam ser instalados o transformador e o quadro de energia continuavam sem os equipamentos na última sexta-feira. O problema foi resolvido no final de semana.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que o início das aulas dependia apenas do serviço realizado pela Eletrobras Amazonas Energia. “A escola tinha tudo. As salas estavam prontas com ar condicionado, cadeiras, lousa, além do refeitório, administração e sala multimídia, mas nada poderia funcionar sem energia elétrica e sempre voltávamos para casa” contou o eletricista Henrique Vasconcelos, 40.

O complexo abriga o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) professor Caio Frota de Medeiros, e a Escola de Ensino Fundamental (Emef) Benjamim Matias Fernandes. O Cmei deve atender 480 alunos entre 4 e 5 anos, no 1º e 2º períodos. A Emef terá 700 estudantes do 1º ao 5º ano. Ambas funcionarão nos turnos da manhã e da tarde.

Os pais enfrentaram dificuldade para transferir para o complexo os filhos que estudavam em escolas municipais localizadas ao longo da BR-174, que liga Manaus a Boa Vista. Eles precisaram pleitear uma vaga indo às escolas municipais Elizabeth Beltrão e João Goulart, ambas no bairro Santa Etelvina, em abril, para comprovar que moravam no residencial. Porém, a doceira Ruth Gulart, 30, acredita que os problemas acabaram. “Agora está tudo bem. A primeira coisa que meu filho disse quando saiu da sala foi que gostou da aula”, ressaltou.

A CRÍTICA enviou questionamentos para saber se a Eletrobras tinha interesse de comentar o assunto, mas não houve resposta.