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Bases de mototáxi serão definidas para que calçadas de Manaus sejam desocupadas

Padrão de abrigo de mototáxi está sendo discutido entre categoria e SMTU para definir locais onde serão construídos. Centro está fora da lista

Ponto de mototáxi, no bairro de São José, Zona Leste, invadiu passeio publico

Ponto de mototáxi, no bairro de São José, Zona Leste, invadiu passeio publico (Érica Melo )

O modelo das bases que abrigarão os 1.677 mototaxistas habilitados para prestar o serviço de transporte de passageiros na cidade, conforme licitação pública, serão definidas somente após a entrega das motocicletas padronizadas. No entanto, há uma conversa em andamento entre a Central Única dos Mototaxistas e o titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, que sinaliza o esboço dos abrigos.

Os pontos terão de 10 a, no máximo, 15 mototaxistas. Eles poderão ser construídos em qualquer área da capital menos no Centro. Ainda está sendo discutido se as motocicletas ficarão à direita das ruas, a exemplo do espaço ocupado por táxis.

Atualmente não existe nenhum controle ou fiscalização dos pontos onde os mototaxistas oferecem o serviço. A maioria invade praças, calçadas, pontos de ônibus e canteiros centrais e os transformam em pontos de mototáxi. A ocupação impede o deslocamento de pedestres, além de ser uma infração de trânsito.

Os mototaxistas propuseram que parte das bases que existem em algumas áreas sejam aproveitadas e adequadas ao padrão que será estabelecido pela SMTU. Porém, reconhecem que todos que infringem leis de trânsito, além do Código de Postura do Município devem ser desativados.

De acordo com o presidente da central única, Paulo Vitorino Falcão, embora a proposta não seja a definitiva, está decidido entre a categoria que as calçadas de demais espaços públicos serão desobstruídas. “Estamos conversando com a SMTU e vamos fazer fotos dos locais para apresentar para o Pedro Carvalho com o modelo que vamos apostar. Se for aprovado, a agente entende que tem muitos que não poderão ficar. Na calçada não vamos ficar porque, além de ser infração de trânsito é um desrespeito com o pedestre. As associações vão trabalhar junto com a SMTU para fazer as bases. Os locais já existem. Estamos esperando a definição da licitação para apresentar as motocicletas, coletes e capacetes padronizados para a SMTU e depois vamos definir os abrigos”, explicou.