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Cerca de 17 mil eleitores ainda não realizaram recadastramento biométrico em Manacapuru

De acordo com o chefe do cartório eletoral do município, Laércio Pantoja Júnior, há 25 dias antes do término, 46.385 eleitores fizeram o cadastramento

Moradores de Manacapuru reclamam das longas filas para o recadastramento eleitoral e da venda de senhas por populares

Moradores de Manacapuru reclamam das longas filas para o recadastramento eleitoral e da venda de senhas por populares (Euzivaldo Queiroz: )

Há 25 dias do término do prazo para o recadastramento biométrico em Manacapuru (a 84 quilômetros de Manaus), 17.281 eleitores ainda não compareceram ao cartório eleitoral do município para fazer o procedimento. De acordo com o chefe do cartório, Laércio Pantoja Júnior, até ontem 46.385 eleitores fizeram o cadastramento biométrico. Manacapuru possui, de acordo com dados disponíveis no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 63.666 eleitores. O prazo encerra no dia 7 de maio.

Aqueles que ainda não fizeram a revisão devem comparecer ao cartório eleitoral munidos do documento de identidade, comprovante de domicílio, de CPF e do título eleitoral, todos originais, para confirmarem suas inscrições e fornecerem seus dados biométricos, sob pena de cancelamento do título. “A nossa meta é atingir 50 mil cadastros, pois muitos eleitores já se mudaram para outros municípios, principalmente para Manaus. Então geralmente nossa meta é atingir 80% dos moradores, e com essa prorrogação acredito que conseguiremos”, avaliou Pantoja.

Laércio alertou que só será possível fazer qualquer alteração no título de eleitor até 150 dias antes do dia da eleição, que será no dia 5 de outubro. “O nosso atendimento normalizou e está acontecendo de 8h às 13h da manhã, com o atendimento diário de até 250 pessoas. No momento esse número de atendimento tem sido o suficiente para a demanda, mas sabemos que o povo brasileiro deixa tudo para a última hora. É provável que nos últimos dias tenha aquele tumulto”, explicou o chefe do cartório de Manacapuru.

Durante o primeiro período de cadastramento, de 14 de novembro de 2013 a 28 de março deste ano, diversos moradores reclamaram da demora no atendimento, e das longas filas. Em alguns casos, a população chegou a denunciar a Polícia Militar (PM) a venda de senhas para outros moradores.

O chefe do cartório avaliou as denúncias como um problema ‘extra-cartório’. “As autoridades policiais foram informadas dos ocorridos e ficou a cargo deles apurar e aplicar as medidas cabíveis. O que a gente tem que se preocupar aqui no cartório é com o atendimento interno. O que fica lá fora tem que ser resolvido por outros autoridades”, avaliou.

“Essas vendas de senhas eram feitas por pessoas que dormiam na fila e de manhã vendiam pra quem tivesse interesse. Isso é peculiar da cidade de Manacapuru, onde não tem emprego pra todo mundo. E a pessoa acaba se voltando para esse tipo de prática. Mas nenhum funcionário do cartório teve participação, e se tem eu não fui informado”, disse Laércio Pantoja Júnior.