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‘Feirinha’ ocupa calçada na Zona Centro-Oeste de Manaus

Boxes, a maioria de comerciantes de peixes, localizados na avenida Dom Pedro, avançou sobre o passeio público, estendeu lonas e reduziu o espaço do pedestre

Na principal avenida do bairro, na Zona Oeste, comerciantes instalaram boxes, estenderam lonas e os resíduos da atividade causam um mal cheiro no local

Na principal avenida do bairro, na Zona Oeste, comerciantes instalaram boxes, estenderam lonas e os resíduos da atividade causam um mal cheiro no local (Clóvis Miranda)

Na avenida Dom Pedro, no bairro de mesmo nome, Zona Centro-Oeste, os balcões dos boxes usados para a venda de peixes incomodam muitos pedestres que são obrigados a passar pelo pouco espaço que sobrou da calçada. Além disso, o mau cheiro também desagrada quem precisa passar próximo dos balcões para não se arriscar a andar pela rua.

Apesar do Código de Postura do Plano Diretor de Manaus estabelecer que os “logradouros públicos deverão atender às normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, nos termos definidos pelas normas técnicas federais”, a situação enfrentada por todos os pedestres na avenida Dom Pedro não segue a lei.

Pelas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cada calçada deve ter, no mínimo, 1,20 metro de largura, livre para circulação dos pedestres. Esse limite, no entanto, não tem sido respeitado pelos boxes improvisados. Por causa dos balcões onde ficam expostos peixes, sobra menos de 1 metro para a passagem do pedestre.

Alguns afirmam que fizeram reclamações formais da situação em gestões municipais passadas, mas nada foi feito depois de várias tentativas. A demora para tomar providência fez com que desistissem de cobrá-la.

A Secretaria Municipal de Feiras, Mercados, Produção e Abastecimento (Sempab) informou à reportagem que essa situação não é competência do órgão porque os boxes são particulares. A secretaria, portanto, direcionou a reponsabilidade para o Instituo Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).

Limite

“É certo que esse tipo de problema não ocorre apenas nessa rua e também não é um problema somente do bairro Dom Pedro. Não sou a favor a demolição dos boxes, mas que os comerciantes ao menos sejam orientados pelo poder público a não obrigarem os pedestres a passarem quase se esfregando nos peixes”, disse a costureira Emília Xavier, 51.

O autônomo José Albuquerque, 49, também disse que é preciso um trabalho de conscientização para tentar amenizar esse tipo de transtorno. “Acho que vai ser complicado os comerciantes aceitarem ajustarem seus balcões, mas é preciso orientar os outros desta área para que o mesmo erro não se repita por toda a avenida”, falou.