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Fiscalização de mototaxistas irregulares será realizada a partir de outubro em Manaus

Categoria defende retirada de irregulares, alegando que a medida vai deixar o trabalho mais seguro, mas SMTU só vai atuar daqui a três meses

Segundo a prefeitura, com as mudanças será mais fácil para a população diferenciar os regulares dos irregulares

Segundo a prefeitura, com as mudanças será mais fácil para a população diferenciar os regulares dos irregulares (Luiz Vasconcelos)

A fiscalização dos mototaxistas que não passaram no edital de regularização do serviço e insistem em continuar rodando iniciará em outubro. A categoria defende a retirada dos mototáxis “piratas”, alegando que a medida vai deixar o trabalho mais seguro.

Segundo o presidente da União Estadual dos Mototaxistas, Orlando Bindá, o custo para regularizar a profissão foi muito alto e todos tiveram a oportunidade de participar do edital, portanto, não há motivo para reclamação. Ainda segundo o presidente, os mototaxistas investiram na padronização das motocicletas, capacete e uniforme, e esse trabalho deve ser recompensado de alguma forma.

“Os trabalhadores regularizados são a favor de uma fiscalização intensa para proibir o transporte irregular, pois nos esforçamos para oferecer um serviço digno para a população”, disse Orlando.

Frota

De acordo com a estimativa da União Estadual dos Mototaxistas, seis mil mototaxistas circulam pela cidade, e desses apenas 1.679 atenderam os requisitos do edital, restando ainda 4.321 mil na ativa, porém irregulares. Além disso, para as 3.303 mil vagas disponibilizadas, 1.624 mil não foram preenchidas por falta de atendimento às normas definidas pela prefeitura.

A SMTU informou que, atualmente, o órgão está trabalhando nos procedimentos de cadastro, entrega de contratos e vistoria das motos e equipamentos dos 1.679 mil selecionados no edital. Esse processo vai até o final do mês de outubro, prazo final estabelecido no edital da licitação para os selecionados procurarem a SMTU para se regularizarem.

A SMTU explicou ainda que, para começar a fiscalização, é preciso que boa parte dos vencedores da licitação esteja com a moto padronizada, que é um dos principais itens que irá diferenciar o mototaxista regularizado do clandestino.

Para o mototaxista Anderson Aleixo Silva, 29, que conseguiu uma das permissões para atuar, é necessário que haja uma fiscalização rigorosa, pois só assim o trabalho de mototáxi vai deixar de sofrer preconceito. “No meio de trabalhadores, infelizmente existem pessoas ruins que acabam sujando a categoria e somente com fiscalização a população vai se sentir segura”, disse Anderson.

O mototaxista acrescenta ainda que conversou com alguns clientes e todos dizem se sentir mais seguros. “Tenho clientes que ligam e não pegam outro mototáxi porque se sentem inseguros e preferem alguém regularizado”, explicou Anderson.