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Flanelinhas ‘excluídos’ já são preocupação para o Zona Azul

Empresa que administrar o estacionamento rotativo terá que negociar, junto à prefeitura, a retirada de 400 trabalhadores do Centro

Segundo estimativa da Aglavam, atualmente 600 flanelinhas atuam nas ruas do Centro, mas no máximo, 200 deles serão absorvidos pelo sistema Zona Sul

Segundo estimativa da Aglavam, atualmente 600 flanelinhas atuam nas ruas do Centro, mas no máximo, 200 deles serão absorvidos pelo sistema Zona Sul (LUIZ VASCONCELOS)

A licitação para escolher a empresa que vai administrar o Zona Azul em Manaus ainda nem foi concluída e surge um novo desafio: inibir a ação de “flanelinhas” que ficarem fora do sistema. A Associação dos Guardadores e Lavadores Autônomos de Veículos Automotores do Estado do Amazonas (Aglavam) quer buscar alternativas junto ao Executivo Municipal para que a categoria não sofra prejuízos com o novo sistema de estacionamento rotativo na cidade.

O prefeito Artur Neto assinou, em julho do ano passado, o decreto de regulamentação do Zona Azul, que vai abranger vias da área central. De acordo com o presidente da Aglavam, Henrique André dos Santos, 600 flanelinhas trabalham no Centro. O número é referente aos associados da entidade.


Mas, segundo Henrique, a categoria foi informada de que no máximo 200 flanelinhas vão poder ser inseridos no sistema. “Nós tivemos algumas conversas com o Paulo Henrique Martins, presidente do Manaustrans, e nos foi dito que entre 150 e 200 flanelinhas serão contratados pela empresa que vai administrar o sistema. Mas, e o resto?”, disse o presidente da Aglavam.


A associação teme que 400 flanelinhas sejam prejudicados quando o sistema for implantado na área central, uma vez que esses “postos de trabalho” são a única fonte de renda da maioria e muitos têm baixa escolaridade. “Não somos contra o Zona Azul, pelo contrário, estamos dispostos a colaborar. Mas estamos preocupados com o futuro daqueles que ficarem de fora. Muitos têm mais de 40 anos, pouca escolaridade. Acredito que uma empresa não vai contratar uma pessoa nesse nível”, declarou Henrique.


A associação pretende procurar o prefeito Artur Neto para que os flanelinhas não sejam prejudicados pelo Zona Azul. “Se precisar, vamos reunir um grande número de flanelinhas e vamos para frente da prefeitura. Nossa atividade é regulamentada e prevista na Lei Orgânica do Município”, completou o presidente da entidade.


O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) informou ontem que foi marcada uma reunião para amanhã entre o órgão e a associação. Na ocasião, o Manautrans pretende definir as possibilidades de inserção dos flanelinhas no Zona Azul.
O Manaustrans também informou que seria publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de hoje o número de empresas aptas a disputar a administração o novo sistema de estacionamento rotativo pago.Luiz Vasconcelos - 11/jan/2012Segundo estimativa da Aglavam, atualmente 600 flanelinhas atuam nas ruas do Centro, mas no máximo, 200 deles serão absorvidos pelo sistema Zona Azul.


O Manaustrans também informou que seria publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de hoje o número de empresas aptas a disputar a administração o novo sistema de estacionamento rotativo pago.