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Implurb ignora denúncia feita em fevereiro por morador

Instituto recebe reclamação de um comerciante, do bairro da Compensa, Zona Oeste de Manaus, referente a uma fossa que está afetando sua residência há tempos

Esgoto se espalha pela via pública; Implurb aceitou a denúncia feita pelo comerciante, mas não faz nada há um mês

Esgoto se espalha pela via pública; Implurb aceitou a denúncia feita pelo comerciante, mas não faz nada há um mês (Luiz Vasconcelos)

Além de conviver com o mau cheiro, águas servidas e dejetos de uma fossa que invade a casa dele, o comerciante Claudio Vasconcelos, 46, morador do bairro da Compensa, Zona Oeste, também tem de suportar o descaso do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) que acionado para resolver o problema, sequer mandou uma equipe para averiguar o caso.

Segundo Claudio, quando ele comprou a casa esse problema já existia e, por isso, procurou falar de forma amigável com o responsável pela fossa mas não teve uma resposta. Então resolveu procurar o órgão responsável e também não foi atendido. “Procurei o dono do imóvel, disse para ele que deixaria passar os canos pelo meu quintal ,sem problemas, até o ajudaria, mas ele (o vizinho) disse que era para eu procurar ‘São Pedro’ porque era água da chuva. Só que chuva não tem cheiro de urina e nem de fossa”, contou.

Ainda segundo Claudio, ele registrou o pedido de vistoria no dia 27 de fevereiro no Implurb, que protocolou o documento. Mas não teve qualquer resposta. “Eles (Implurb) falaram que iam entrar em contato comigo e não me procuraram. Até hoje ninguém apareceu. Eu ligo pra lá e eles só falam que vão vir, mas não marcam data, eu só quero saber o porquê dessa demora”, desabafou.

Há duas semanas A CRÍTICA entrou em contato com o Implurb, porém a assessoria simplesmente informou que por não se tratar de um esgoto em um logradouro público, não é de competência do órgão, mas que iriam enviar uma equipe para vistoria ao local. Até o momento, contudo, segundo o comerciante, o problema permanece.

A CRÍTICA esteve na casa de Claudio e constatou que a água da fossa atravessa a casa do comerciante e sai no logradouro, sendo espalhados por carros que passam na rua. Novamente o Implurb foi acionado, mas não respondeu se o drama do comerciante, e dos moradores da rua, será solucionado.