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Invasores ‘legais’ recusam sair de quiosque em praça pública

Sob a justificativa de preservar área pública e incentivar a cultura, casal continua ocupando quiosque na praça por tempo indefinido. Funcionários do Semasdh estiveram no local para verificar em que situação eles se enquadram

Josias Rodrigues da Silva e Leila Pessoa de Souza recusaram propostas para desocupar o local feita pela Semasdh e agora serão encaminhados à Seas

Josias Rodrigues da Silva e Leila Pessoa de Souza recusaram propostas para desocupar o local feita pela Semasdh e agora serão encaminhados à Seas ( Euzivaldo Queiroz)

A saída do casal Josias Rodrigues da Silva, 44, e a esposa dele Leila Pessoa de Souza, 42, que ocupa um quiosque na praça do igarapé do Franco, na estrada Padre Agostinho Caballero Martin, Compensa, Zona Oeste, continua indefinida. Eles invadiram e passaram a morar no local com a justificativa de preservar a área pública e incentivar à cultura com a criação de uma biblioteca livre. Porém, os moradores da área alegam que o casal transformou o quiosque em moradia.

Funcionários do Serviço de Abordagem Social da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) estiveram, ontem, no local, para verificar em que situação eles se enquadram. Segundo a Semasdh, Josias se mostrou hostil e resistente às sugestões de se retirar do local. Os servidores deram a alternativa para que ele a esposa fossem para o Centro Especializado para Atendimento à População em situação de Rua, o Centro POP, ou que voltassem para a residência que alegam possuir, mas a sugestão não foi aceita.

Os servidores questionaram o endereço da casa que Josias alega possuir, para poder conversar com possíveis familiares dele, mas ele se limitou a dizer que fica localizada no bairro Vila da Prata, na Zona Oeste.

Segundo a Semasdh, apesar de se tratar de invasão do espaço público, é um caso atípico que na primeira abordagem teve como estratégia o diálogo e convencimento para que deixassem o local. Para a pasta, as equipes de abordagem não podem e nem devem simplesmente retirar à força o casal. “Realizar um trabalho de convencimento para fazer com que o indivíduo reconheça a necessidade de abandonar o local oferecendo ajuda para sua reintegração na sociedade e ao convívio familiar, quando possível”, destacou em nota.

Providência

A Semasdh esclareceu que foi constatado que a área ocupada pelo casal pertence ao Governo do Estado, sob a administração do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim). Desta maneira, a situação será discutida com a Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAS). Como o casal o não quer deixar a área e recusou as propostas da Semasdh, a situação será discutida com a Seas para que as duas secretarias busquem com a assistência social do Prosamim uma solução para do casal.