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Movimentos independentes de professores prometem greve geral em Manaus

A mobilização deve ser realizada na próxima sexta-feira, no Parque dos Bilhares, na Zona Centro-Oeste de Manaus, para cobrar melhorias para a categoria

Professores realizaram uma passeata pela avenida 7 de Setembro, em abril

Professores realizaram uma passeata pela avenida 7 de Setembro, em abril (Euzivaldo Queiroz)

Professores das redes municipal e estadual de Educação prometem fazer um dia de paralisação geral, na capital, na próxima sexta-feira. A mobilização será concentrada em um ato público realizado no Parque dos Bilhares, na Zona Centro-Oeste, a partir das 8h, para cobrar melhorias para a categoria.

O local será palco de uma assembleia para discutir a deflagração de uma greve geral por tempo indeterminado na educação.

A greve é coordenada por movimentos independentes de professores, entre eles, o Vem Pra Rua Pela Educação, mas não tem liderança da Associação Movimento dos Professores em Luta de Manaus (Asprom), grupo dissidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), conforme informou ontem, o coordenador da entidade Lambert Melo.

Para a coordenação do movimento, a iniciativa é uma resposta para o descaso do Governo do Amazonas com a educação.

Os professores irão direcionar pautas de reivindicação específicas tanto para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) - como aplicação imediata do auxílio alimentação, incluindo professores contratados via Processo Seletivo Simplificado, além do auxílio transporte sem desconto, eleição para gestor e fim do assédio moral - quanto para a Secretaria Municipal de Educação (Semed) - como 20% de reajuste salarial, reajuste no auxílio alimentação e eleição para gestor.

“A palavra de ordem na Seduc é greve, uma vez que o governo não nos deixou alternativa, mas iremos construir esta greve política juntos, tentando legalizar via sindicato. Primeiro, somos grupos de professores sindicalizados e estamos recolhendo assinaturas para obrigar o Sinteam a convocar assembleia geral com indicativo de greve. Se caso a greve seja aprovada no ato do dia 30, todos trabalharão juntos na construção, visto que estamos todos interessados em melhorias e precisamos radicalizar, pois somente assim conseguiremos que a pauta da educação seja atendida de forma imediata”, diz a convocação do movimento.

O movimento Vem Pra Rua Pela Educação informa, em sua página na rede social Facebook, que conta com a participação de todos os professores que buscam valorização, dignidade e respeito e que não tem dirigentes nem coordenadores, apenas colaboradores que ajudam a organizar ações de luta.