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  • Transporte fluvial: Operação de fiscalização flagra irregularidades em barcos de Manaus

    A ação foi realizada nesta quarta-feira (12) na beira-rio da cidades, pela Marinha, Capitania dos Portos e pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)

    Fiscais conversaram com passageiros para checar se o tratamento dispensado a eles foi o previsto na legislação

    Fiscais conversaram com passageiros para checar se o tratamento dispensado a eles foi o previsto na legislação (J. Renato Queiroz)

    Uma fiscalização realizada nesta quarta-feira (12), na beira-rio de Manaus, no Centro, flagrou embarcações com extintores de incêndio vencidos, sem carta náutica (representação cartográfica de uma área, similar a mapas terrestres) e sem autorização para fazer viagens interestaduais. A ação foi realização pela Marinha, Capitania dos Portos e pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

    De acordo com o superintendente de navegação interior da Antac, Adalberto Tokarski, a fiscalização teve o intuito de verificar o cumprimento das leis de segurança aquaviária e combater a poluição dos rios.

    Tokarski explicou que a ideia de fazer a ação conjunta é mostra para a sociedade que a Antaq, responsável pela qualidade de prestação do serviço de transporte fluvial, e a Marinha que tem a missão de fiscalizar embarcações para garantir a segurança de tripulantes e passageiros, vai ser permanente na beira-rio da capital. Os órgãos pretendem assinar um convênio para oficializar a parceria na fiscalização.

    Para o comandante do 9º Distrito Naval, vice-almirante Domingos Savio, toda ação realizada em parceria que vise à segurança nos rios é bem vinda porque resulta na preservação da vida. Ele informou que as ações da Marinha são realizadas diariamente, mas ainda são encontradas irregularidades tanto nas embarcações, quanto na resistência de tripulantes e passageiros que recusam usar o colete salva vidas. “O maior problema na navegação na Amazônia não é superlotação dos barcos e sim o uso de coletes”, disse.

    Regulação

    Tokarski disse que a Antac só tem competência de fiscalizar o transporte interestadual de passageiros em embarcações. Ele chamou atenção para a falta de regulamentação para o transporte estadual de passageiros no Amazonas. “Se não tem norma nenhuma como pode haver ordem e qualidade no serviço?”, questinou.

    Ele lembrou que há uma década não existia nenhum sistema de controle de passageiro ou de bagagem, além das condições de higiene a própria qualidade do serviço ser de péssima qualidade. Atualmente, a Antac mantém um sistema que obriga o dono da embarcação a emitir bilhete em três vias e fazer o controle de bagagem. “Antigamente existia uma caneta pendurada ao lado do bebedouro evidenciando a péssima condição do transporte. Hoje é exigido que as embarcações disponibilizem copos descartáveis e conforto aos passageiros”, diz.