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Polícia prende suspeito de matar diarista na Zona Sul de Manaus

Leandro Marinho de Castro foi detido no Município de Novo Airão sob suspeita de ter assassinato sua própria mulher. Ela foi encontrada morta amordaçada com as mãos e os pés amarrados para trás e com três perfurações de faca pelo corpo

A diarista Maria Angélica Pedrosa de Melo foi encontrada morta, amordaçada e com as mãos amarradas para trás em casa

A diarista Maria Angélica Pedrosa de Melo foi encontrada morta, amordaçada e com as mãos amarradas para trás em casa (Evandro Seixas)

Investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) prenderam na madrugada de domingo (23), Leandro Marinho de Castro, principal suspeito de matar a diarista Maria Angélica Pedrosa de Melo, 46, que era companheira dele. Ela foi encontrada morta amordaçada com as mãos e os pés amarrados para trás e com três perfurações de faca pelo corpo, no dia 14 deste mês, na casa onde morava na rua Aluísio Brasil, bairro Petrópolis, na Zona Sul.

Ambos tinham envolvimento com o tráfico de drogas. Maria Angélica havia sido presa por esse tipo de crime, segundo a polícia. Eles estavam juntos há dois meses.

Os investigadores da DEHS passaram a seguir os passos de Leandro pouco depois do crime e o encontraram no Município de Novo Airão, a 115 quilômetros de Manaus. Desde o início das investigações Leandro era apontado como o principal suspeito de cometer o assassinato. Ele fugiu do local alegando que precisava viajar para o Município de Rio Preto da Eva, a 80 quilômetros de Manaus. Familiares da vítima também viram Leandro deixando a casa com uma mala pela manhã dizendo que iria viajar, mas que Maria Angélica estava em casa dormindo.

Leandro teria matado a companheira na manhã do dia 14, mas o corpo só foi encontrado durante à tarde do mesmo dia, pela mãe dela Dorotéia Pedrosa de Melo, 64. O corpo estava sobre a cama do casal. A porta estava fechada e os familiares tiveram que arrombá-la para conseguir entrar. Na ocasião, Dorotéia afirmou que Leandro cometeu o crime “por maldade, uma vez que era acostumado a bater em Maria Angélica.

A irmã da vítima Lucileide Pedrosa de Melo, 32, também declarou no dia da morte da diarista que “Leandro era acostumado a dizer que já havia matado duas pessoas”.

Um dos golpes de faca desferido contra Maria Angélica cortou o pescoço e à barriga dela. Nenhum familiar soube apontar a motivação para o crime. Para a polícia, o modo como Maria Angélica foi morta indica que ela foi torturada. A hipótese levantada na ocasião foi que o casal tinha consumido entorpecentes na noite anterior e teve um desentendimento enquanto estavam sob o efeito da droga.

A família da vítima não soube dizer se Angélica estava sendo ameaçada, mas confirmou que a relação do casal era tumultuada.

De acordo com a polícia, Maria Angélica foi presa em 2010 por tráfico de drogas. Ela foi detida pela Rocam, na frente da própria casa, com várias porções de maconha e pasta base de cocaína. Ainda segundo a Polícia Civil, o local é considerado como “zona vermelha”.