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Posto do Sinetram é fechado por conta de frequentes assaltos no T1

A decisão de fechar o local foi tomada pelos próprios funcionários do Sinetran, depois que quatro deles foram assaltados quando saíam no fim do expediente

Além dos frequentes assaltos, posto ainda sofreu uma pane elétrica e o T1 tem banheiros danificados e está todo pichado segundo funcionários e usuários

Além dos frequentes assaltos, posto ainda sofreu uma pane elétrica e o T1 tem banheiros danificados e está todo pichado segundo funcionários e usuários (Luiz Vasconcelos)

“Por falta de segurança o posto está fechado”. Essa é frase da placa fixada no portão do posto do Sindicato das Empresas de Transporte (Sinetran), situado dentro do Terminal 1, na avenida Constantino Nery, Zona Centro Sul, e que tem gerado uma sobrecarga no atendimento do posto central do órgão, localizado ao lado do terminal.

A decisão de fechar o local foi tomada pelos próprios funcionários do Sinetran, na última semana, depois que quatro deles foram assaltados quando saíam no fim do expediente. O assalto da semana passada foi o quarto desde outubro do ano passado.

De acordo com o o gerente de bilhetagem, Antonio Carlos Zanetti, os funcionários foram abordados por dois homens, que além de roubarem os objetos pessoais deles, ameaçaram as vitimas. Ainda segundo o gerente, as câmeras de segurança mostraram que os ladrões estavam aguardando as vítimas e sabiam o horário de saída.

Zanetti informou, também, que um dia depois do assalto ocorreu uma pane elétrica que deixou o local sem energia, dificultando ainda mais o retorno do funcionamento do posto. “Eu não posso obrigar os funcionários a voltarem a trabalhar num local que não oferece segurança e infraestrutura, onde os banheiros estão quebrados e todo o prédio pichado”, completou.

Para os usuários, que agora precisam enfrentar as longas filas na sede do Sinetran, a desativação do posto do T1 tem gerado irritação. A estudante Maria Cristina Souza, 17, contou que por estudar no Centro recarregava a carteira estudantil no T1, com a desativação do posto é obrigada a enfrentar as filas enormes. “É um absurdo as pessoas deixarem de atender por falta de segurança. Só quem sofre é a população”, disse a estudante.

O funcionário público Erifran Almeida, 55, apoiou a atitude dos funcinários do posto, alegando que o número de assaltos dentro do terminal é grande e não há policiamento. “Assalto é algo comum dentro do terminal. Os funcionários decidiram preservar a própria vida”, defendeu.

Reforma

Segundo o gerente de bilhetagem, o aumento no número de atendimentos ocorreu não somente por conta da desativação do posto, mas também pela reforma de outros terminais. “Esperamos que a partir da semana que vem o fluxo de pessoas diminua em decorrência da entrega do T3”, acrescentou o gerente.