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Prefeitura de Manaus deve licitar pela primeira vez boxes do mercado Adolpho Lisboa

De acordo com o secretário de Revitalização do Centro, Glauco Francesco, serão quatro os espaços que passarão por licitação até o final de 2014

Trabalho de restauração do Mercado Adolpho Lisboa

Dois espaços no segundo piso do Adolpho Lisboa serão usados para restaurantes, um deles com escola de culinária

O mercado Adolpho Lisboa deve passar, até o fim de 2014, pela primeira licitação de boxes em 134 anos. A transição no perfil dos permissionários que trabalham no local começou um ano após a reinauguração do local, que ficou sete anos em obras.

De acordo com o secretário de Revitalização do Centro, Glauco Francesco, serão quatro os espaços que passarão por licitação. Dois na parte superior do mercado e dois boxes na área externa. Um dos boxes ficou vago após a morte de Jorge Mattos, um dos permissionários antigos, que morreu 15 dias após a inauguração, no ano passado.

Glaucio Francesco informou que os boxes externos devem ser destinados a abrigar um espaço que será chamado de “Amazonas/Pará”. Um deles deve comercializará tacacá e outro açaí.

Os espaços na parte superior são mais amplos e devem ser dedicados à culinária amazônica. A ideia inicial é que em um local funcione um restaurante com comida regional e no outro um espaço dedicado a aulas de culinária amazônica. “Senac, Abrasel e faculdades gostaram da ideia e já entraram em contato conosco para usar o local”, afirmou secretário. Francesco disse que todos os detalhes da licitação devem ser concluídos até outubro.

Transição

O secretário explicou que neste momento o mercadão irá iniciar uma fase de transição convivendo com permissionários em duas condições. Os antigos, que foram priorizados na ocupação após a restauração, pagam apenas uma taxa de R$ 50 para ajudar na manutenção da limpeza do local. “O que não representa os custos do mercado”, disse.

Os permissionários que passarão a ocupar os quatro espaços disponíveis devem ser enquadrados em parâmetros semelhantes aos comerciantes que atuam no complexo turístico da Ponta Negra, Zona Centro-Oeste. No local, o contrato para uso tem vigor de um ano e os permissionários pagam taxas mensais de R$ 7 mil.

“Temos um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público sobre licitação nesses espaços públicos. Os permissionários antigos voltaram ao mercado, mas não podemos passar os boxes às suas famílias como herança”, esclareceu o secretário.