Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Prejuízo de invasão em Unidade de Conservação Estadual de Manaus soma R$ 10 mil

Recuperação de espaços do Parque Sumaúma, invadido na madrugada de domingo, já começaram por meio de força-tarefa

De acordo com a gestora do parque, Priscila Barros, foram investidos R$ 5 mil na compra de parte do acervo da biblioteca, que inclui livros sobre a Amazônia

De acordo com a gestora do parque, Priscila Barros, foram investidos R$ 5 mil na compra de parte do acervo da biblioteca, que inclui livros sobre a Amazônia (J. Renato Queiroz)

Os prejuízos causados por vândalos às dependências do Parque Estadual Sumaúma, na Zona Norte, somam aproximadamente mais de R$ 10 mil. Os custos serão com pintura das paredes pichadas, colocação de novos vidros nas janelas quebradas, troca de fechaduras das portas arrombadas, compra de um novo fogão, manutenção de um freezer e deve incluir ainda a substituição de livros que foram rasgados.

A primeira Unidade de Conservação Estadual em Manaus, localizada na rua Bacuri, bairro Cidade Nova, foi invadida na madrugada do último domingo. A polícia ainda investiga quem foram os responsáveis.

Enquanto isso, uma força-tarefa começou a recuperar os danos causados ao patrimônio público. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), responsável pelo parque, contratou uma empresa para fazer os reparos na infraestrutura da biblioteca e do centro de convivência do local que foram atingidos pelo vandalismo. Ontem, funcionários da empresa contratada estiveram no local avaliando os prejuízos.

A biblioteca, inaugurada em setembro do ano passado, foi a mais danificada. Todas as janelas do espaço foram quebradas. Os vândalos também picharam as paredes, reviraram estantes, rasgaram livros e os deixaram espalhados pelo chão. De acordo com a gestora do parque, Priscila Barros, foram investidos R$ 5 mil na compra de parte do acervo da biblioteca, que inclui livros sobre a Amazônia.

Da cozinha do centro de convivência, os vândalos roubaram um fogão de quatro bocas e arrastaram um freezer para o estacionamento do local. O equipamento também foi pichado com a seguinte frase “Vida louka em plena madrugada”. As paredes do centro de convivência também foi pichadas.

A invasão foi facilitada pela ausência de vigilância no local. Numa pichação, o grupo de vândalos ainda debochou com a frase “Cadê o vigia”. Para os moradores do entorno do parque, a ação já era anunciada por causa da falta de segurança. O único vigia faleceu no ano passado. Os vândalos ainda deixaram um galão de combustível no local.

De acordo com a secretária Kamila Amaral, o processo de contratação de uma empresa de vigilância ainda está em andamento. “Nós sempre tivemos vigia lá. Agora estamos contratando uma empresa para fazer a segurança do parque. Assim que tiver os seguranças, vamos instalar câmaras”, disse.