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Prevenção é a palavra-chave para o Dia Mundial da Saúde

Médico afirma que sociedade precisa brigar pela melhoria da qualidade do alimento e buscar hábitos mais saudáveis

Secretário-adjunto da Susam, Wagner Wiiliam de Souza participou ontem do evento que marcou o Dia Mundial da Saúde

Secretário-adjunto da Susam, Wagner Wiiliam de Souza participou ontem do evento que marcou o Dia Mundial da Saúde (Antonio Menezes)

No Dia Mundial da Saúde, celebrado nesta terça-feira (5), a Secretaria Estadual de Saúde (Susam) lançou um alerta à população: “Quanto mais cedo são adotados hábitos de vida saudáveis, menores as chances de, no futuro, a pessoa integrar o grupo de portadores de doenças crônicas”, que acometem, na maioria das vezes, a população da terceira idade.

O secretário-adjunto de Atenção Especializada da Capital da Susam, Wagner William de Souza, pediu uma reflexão em relação à assistência e atenção para a saúde. Segundo ele, o mundo tem historicamente um foco nas ações curativas, ações voltadas para os hospitais, mas com o atual perfil das doença, sobretudo as crônicas e o envelhecimento das pessoas, esse é o momento de vigiar. “Nós precisamos de uma outra lógica, onde a pessoa se preocupe com a prevenção da saúde, se preocupe com hábitos saudáveis, alimentação saudável, que abandone o alcoolismo e tabagismo”, diz. “O contrário só traz doenças como câncer e outras mais graves. Se conseguirmos essa observação por parte das pessoas, para que elas consigam ter hábitos saudáveis, nós vamos conseguir com que tenham uma melhor qualidade de vida no futuro”, disse Wagner.

Para o secretário-adjunto, hoje o número de pessoas que buscam uma vida mais saudável aumentou, mas ainda são poucas, pois existe toda uma indústria que favorece no sentido contrário. Uma série de elementos são colocados nos alimentos e apenas favorecem o aumento do consumo, explica. “Hoje estamos com crianças tendo acesso a um enorme excesso de gordura e açucares na alimentação, tendo ainda grande presença de sal em tudo que é alimento industrializado. Então existe todo um processo hoje, que é considerada uma modernização que traz prejuízos e a gente não está tendo uma contra partida da sociedade, ela tem que brigar por essas características de vida saudável”, afirmou William.

“Há 100 anos nós morríamos com 30 anos, hoje nossa expectativa é de 70 anos e isso foi uma grande evolução do ser humano, mas em contra partida agora nós termos a oportunidade de ter as doenças que antes não tínhamos. Então o melhor é se prevenir, e ter qualidade de vida para quando chegar a essa idade”, finalizou.