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Restaurantes de Manaus devem congelar os preços durante a Copa

Ao contrário do comércio e do setor hoteleiro, que apresentou mudanças nos valores e no expediente, o setor de alimentação não mudará a rotina para segurar clientes

Centro da cidade concentra uma quantidade grande de restaurantes que vendem comida a quilo

Centro da cidade concentra uma quantidade grande de restaurantes que vendem comida a quilo (Euzivaldo Queiroz)

A Copa do Mundo não deve interferir nos preços e horários dos restaurantes em junho, mês em que a capital sediará quatro partidas do evento esportivo. Ao contrário do comércio e do setor hoteleiro, que apresentou mudanças nos valores e no expediente, o setor de alimentação fora do lar está mais preocupado em não perder clientes locais do que ganhar “um extra” com os turistas.

O A CRITICA visitou alguns restaurantes que vendem comida por quilo no Centro, ponto de destaque no roteiro turístico da capital, e todos asseguraram que vão manter a atual tabela de preços no mês que vem. De acordo com a presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Amazonas (Abrasel – AM), este comportamento deve seguir em todos os estabelecimentos de Manaus.

“As pessoas não querem perder clientes. Já houve uma queda de 10% em todo o Brasil no setor (de alimentação fora do lar), e ninguém quer agravar isso. A expectativa é lucrar no volume de vendas, não nos preços”, disse.

O subgerente do Xingu Centro Cultural, localizado na rua Luis Antony, concorda e afirmou que o preço do quilo continuará R$ 24,90. “A Copa vai passar. Não podemos aumentar os preços e depois diminuir. A nossa prioridade é manter os clientes fIéis, que trabalham ou residem nas proximidades”, explicou. Para atender os turistas, o estabelecimento pretende inserir pratos feitos de peixes regionais, que serão vendidos por R$ 15, apenas cinco reais a mais que os atuais pratos feitos oferecidos no local.

O Kilomania, localizado na rua Ramos Ferreira, e o Castelinho, na rua Barroso, também manterão o preço do quilo: R$ 37,90. “Mesmo com o aumento no preço dos alimentos, vamos manter o preço atual. Poderia existir uma alteração caso fosse decretado feriado nos dias com jogos, porque seria preciso pagar extra aos funcionários, mas como isso não vai acontecer, não vamos mexer no valor”, explica a proprietária do kilomania, Lilian Guedes.

No restaurante Kilozito, o preço do quilo vai aumentar R$ 1,00 a partir do dia 1º de junho, mas não por causa dos turistas. “Todos os anos fazemos ajustes em junho e em setembro, para balancear o preço com a inflação. Mas sempre pouca coisa, porque não queremos assustar os clientes”, assegurou o proprietário do local, Antônio Gomes.