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Mesmo com atalhos, trânsito de Manaus fica cada vez pior

As principais vias da cidade estão esgotadas e as soluções continuam no sonho. A cada mês, 5 mil novos veículos entram em circulação, segundo o Detran-AM

Foto publicada no Facebook do empresário Carlos Eduardo Oshiro mostra a avenida Macéio em horário de pico total

Foto publicada no Facebook do empresário Carlos Eduardo Oshiro mostra a avenida Macéio em horário de pico total (Carlos Oshiro)

As ruas de Manaus se tornaram pequenas para suportar os mais de 690 mil veículos da frota, mas depois da Copa do Mundo até os tradicionais atalhos usados pelos motoristas para fugir das vias principais estão carregados além da conta. Não há mais saídas para encurtar trajetos ou evitar congestionamentos, pois os próprios atalhos se transformaram em vias com forte retenção.

Na Zona Centro-Sul, por exemplo, o cruzamento das ruas Salvador e Maceió nos horários de pico é reflexo da falta de planejamento urbano e do intenso teste de paciência ao qual o condutor é submetido. A fila de carros parece não ter fim e fotos deste drama urbano circulam nas redes sociais publicadas por pessoas como o empresário Carlos Eduardo Oshiro. Em uma das imagens o congestionamento na rua Maceió se estendia do início até o boulevard Álvaro Maia. Outra foto mostra o mesmo na rua João Valério, no Nossa Senhora das Graças. A população vivencia o problema, mas é relutante a aceitar a falta de soluções para o trânsito sobretudo nos horários de pico, entre 6h às 9h, 12h às 14h e 16h às 20h.

A cada mês, 5 mil novos veículos entram em circulação, na cidade, de acordo com o Departamento Estadual de Trânsito, em uma disputa diária por espaço e a pergunta que fica é: o que fazer? A questão vem sendo respondida há anos com alternativas apresentadas por especialistas, como o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Geraldo Alves, além da própria população, apontando a necessidade de Estado e Município investirem em transporte público de qualidade, semáforos inteligentes e na melhoria da malha viária. Para Alves, uma opção eficiente é o transporte coletivo sobre trilhos.

O congestionamento não se limita apenas para os condutores, afeta também quem mora ou trabalha nas áreas. De um lado quem mora tem dificuldade de entrar e sair das casas com veículo próprio, do outro quem trabalha nas vias com retenção perde muito tempo para chegar e sair do trabalho.