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Trânsito: Seminf instala trecho de passarela, mas interdita por conta de obra inacabada

Enquanto não completa a obra de reforma do trecho da passarela de Flores, pedestres vão continuar usando a faixa ‘semaforizada’ para atravessar a avenida

O trânsito no local tende continuar difícil nos horários de picos de fluxo

O trânsito no local tende continuar difícil nos horários de picos de fluxo (J. Renato Queiroz)

A reabertura do trecho revitalizado da passarela que liga as avenidas Djalma Batista e Mario Yipiranga, no bairro de Flores, na Zona Centro-Sul, foi adiado para o fim da semana porque não foi possível concluir a pintura e iluminação.

O novo trecho da passarela de Flores possui 18 metros de comprimento, 1,50 metros de largura e 5,10 metros de altura em relação ao nível da pista e a reinstalação dele no local começou ontem de madrugada. A previsão era de que a instalação durasse somente uma madrugada. De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), o serviço precisava ser executado de madrugada porque se trata de uma operação muito grande onde somente o içamento dura em torno de três horas.

A passarela, durante muito tempo, era motivo de reclamação dos pedestres que precisavam cruzar as avenidas Djalma Batista e Mario Ypiranga, pois as rachaduras geravam preocupação. Segundo a Seminf a estrutura ficou comprometida após a colisão de dois caminhões de grande porte no local, danificando a estrutura e apresentando risco aos pedestres que utilizam o trecho.

Apesar de ser entregue uma parte da passarela, sobre a Djalma, o outro trecho, na avenida Mário Ypiranga, não será revitalizado. O local está sem corrimão, com diversas rachaduras, ferrugem e continua sendo motivo de reclamação.

Para a aposentada Maria Eulália Martins,64, a passarela é uma vergonha e não apresenta nenhuma segurança para o pedestre. “Corremos risco a todo momento nessa passarela, uma idosa como eu só tem corrimão de um lado da escada para descer”, reclamou.

A atendente Marinês Silva de Souza, 35, também considera a passarela perigosa não só pela estrutura, mas pelos constantes assaltos que acontece no local. “Os ladrões se escondem e normalmente assaltam quando as pessoas estão descendo a passarela ou na parada de ônibus localizada em frente ao supermercado”, acrescentou Marinês Silva.

Reforma geral

Assim como a passarela de Flores outras estruturas precisam de intervenção do poder público. As exceções são as estruturas que foram construídas por centros comerciais, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta com o município.

De acordo com a Seminf a reforma total dessa e de outras passarelas estão no cronograma de obras da prefeitura, porém ainda não há previsão para o início das obras.