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Turistas retomam uma velha paixão por Manaus

Portugueses e norte-americanos que já viveram em Manaus estão agora descobrindo uma nova cidade e até prometem voltar a morar por aqui

Antunes morou em Manaus em 1991 e diz que a vinda para a Copa reacendeu a velha paixão pela cidade e pelo povo

Antunes morou em Manaus em 1991 e diz que a vinda para a Copa reacendeu a velha paixão pela cidade e pelo povo (J. Renato Queiroz)

Se antes era paixão, agora é amor de verdade. Segundo os norte-americanos e portugueses esse é o sentimento que sentem pela Manaus do pós-Copa. O ex-arbítro de futebol Cunha Antunes, 54, que atualmente mora em Portugal, mas que durante sete anos foi um “manauense” com muito orgulho e como se intitula, a cidade agora é seu verdadeiro amor. “Morei nesta cidade em 1991 e já gostava de tudo aqui, agora volto e encontro ela madura e linda. É como uma sentimento que não acaba, você se afasta, mas não esquece e quando revê o fogo acende, e, se está mais linda ainda, aí pronto”, disse o português abrindo uma gargalhada.

Antunes disse que tem acompanhado todas as Copas do Mundo desde 2002, e agora não poderia faltar. “Estar no País do futebol e ver Portugal na cidade que amo é fantástico” disse. Antunes reforça que a cidade está totalmente diferente de 20 anos atrás. “Está desenvolvida, grande, com prédios lindos, mais moderna”, disse. “É muito agradável, confesso que senti um certo ciúme em ver tantas nacionalidades por aqui”, disse.

Os norte-americanos Erick Sthephes, 32, técnico de futebol na cidade americana de Sandy; e Nephi Henry, 32, webdesigner, viveram durante dois anos em Manaus e vão voltar para morar novamente depois da Copa. “Estivemos aqui como missionários da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mormóns), há dois anos,e quando soubemos que os Estados Unidos iria jogar aqui, queríamos voltar para ver o jogo, matar a saudade das pessoas que conhecemos. Morar na cidade foi incrível, moramos em toda parte: Parque dez , Morro da Liberdade, Cachoeirinha , Redenção, posso até escolher o bairro que vou morar, sou um americano que conhece muito este lugar”, disse Erick.

Nephi disse que a cidade encanta pelo povo simples, acolhedor, trabalhador, com pessoas sempre dispostas a agradar quem visita. “Conhecer o manauense é uma maravilha, todo mundo é muito amigável, a comida é tudo de bom, a população abre a casa para nós e abre para todos que estão vindo para cá”, analisou. Ainda segundo o webdesigner, as pessoas que moram na cidade podem ser exemplo para o resto do mundo, em relação a como ser um excelente anfitrião. “Estivemos na praia da Ponta Negra e encontramos com dois outros norte–americanos , que vinham de Salvador, e eles disseram que não foram muito bem tratados por lá e é notável a diferença entre lá e Manaus, onde estão gostando mais. O amazonense não é egoísta , isso que admiramos e estamos dispostos a morar aqui novamente, o manauense divide tudo, até os sonhos. Nós amamos essa cidade” finalizou.