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Após deixar 500 mil pessoas sem água, obra em estação do Proama inicia nesta quinta-feira (03)

Demolição de estação atingida por balsa é a primeira etapa para restabelecer fornecimento de água nas zonas Norte e Leste de Manaus. Apesar do início do reparo, não há prazo para que a estação volte a funcionar

Balsa bate em ponte da Proama e afeta abastecimento de água em Manaus

Apesar do início do reparo, não há prazo para que a estação volte a funcionar. Apenas os bairros São José, Cidade de Deus e Amazonino Mendes tiveram o abastecimento normalizados (Divulgação)

As vigas da Estação de Tratamento de Água (ETA) Ponta das Lajes, no Distrito Industrial 2, atingidas por uma balsa no último dia 24, no acidente que deixou 500 mil pessoas sem água, em 33 bairros das Zonas Leste e Norte, sem água serão demolidas. Os reparos começam nesta quinta-feira, com a retirada da tubulação de captação de água. A obra será realizada pela Companhia de Saneamento de Água do Amazonas (Cosama), responsável pela estação e operação do Programa Água para Manaus (Proama).

A troca da estrutura é necessária para restabelecer o abastecimento na cidade que ainda continua comprometido. No entanto, mesmo com a obra ainda não é possível estimar quando a população deixará de sofrer com a falta d’água. A Cosama informou que “espera restabelecer o fornecimento de água do Proama no menor prazo possível”. O prefeito de Manaus, Artur Neto, acredita que “a obra permitirá que o Proama volte a funcionar em poucos dias”.

No mesmo período do reparo, a Cosama deve contratar uma empresa para construir vigas metálicas reforçadas que substituirão a estrutura atual com o novo suporte da adutora. Uma solução definitiva será realizada em paralelo, sem prejuízos à população, segundo informou o prefeito.

O reforço na estrutura tem o intuito de aumentar a resistência contra a trepidação dos tubos. O reforço foi uma solicitação do governador do Estado, José Melo, que confirmou a presença de defensas, uma proteção envolta das vigas, no local afetado. Contudo, ressaltou que a balsa que se chocou contra os pitares estava carregada de areia, o que potencializou o peso e impacto contra a estrutura. “Agora, no novo projeto, pedi para que eles estudassem uma maneira de reforçar isso para que, em acontecendo lá na frente um novo acidente, os prejuízos possam ser menores”, disse Melo.

Segundo Melo, serão construídas duas torres metálicas que ficarão ancoradas no rio, próximo à margem. Elas servirão para segurar a tubulação para permitir que as bombas sejam acionadas e a água volte a ser captada.

Estado e município estão oferecendo a logística necessária para que a obra seja concluída rapidamente. “Tem toda uma logística que envolve guindastes, barcos, pessoas qualificadas, enfim, tudo que está sendo pedido estamos atendendo prontamente. Estou confiante na equipe responsável pelo projeto, que nos possibilitará levar água para o povo o mais breve possível”, disse Artur Neto.