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Trânsito: Parte de complexo viário em obras do Prosamim deve ser entregue em março

A conclusão da obra, do viaduto sobre a avenida Rodrigo Otávio Jordão Ramos, na Zona Sul de Manaus, está prevista para ficar totalmente pronta em novembro, quando quatro alças vão ajudar a dar fluidez ao trânsito da cidade

Operários voltaram a trabalhar com força total no canteiro de obras e, em março, uma nova parte do complexo viário será entregue

Operários voltaram a trabalhar com força total no canteiro de obras e, em março, uma nova parte do complexo viário será entregue (Euzivaldo Queiroz)

O viaduto sobre a avenida Rodrigo Otávio Jordão Ramos, na Zona Sul, que faz parte do plano de obras do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), deve ser totalmente concluído ainda este ano. A obra sofreu seguidos atrasos e, até o momento, apenas uma parte do sistema viário - o trecho envolvendo a avenida Duque de Caxias, a ponte da Manaus Moderna e ponte da avenida Maués - foi entregue. A previsão é que em março e em novembro sejam concluídas outras duas etapas da obra.

O viaduto foi projetado para contribuir com a fluidez do trânsito na avenida Lourenço Braga e também ligará o Centro ao Distrito Industrial. De acordo com a Unidade de Gerenciamento do Prosamim (UGPI), está previsto para ser inaugurado no mês que vem parte do sistema viário do igarapé do Quarenta, localizado no trecho entre avenida General Rodrigo Otávio e a avenida Costa e Silva (Silves), incluindo o viaduto, além da interligação do igarapé da Freira, no Japiim.

Última etapa

Para novembro, está prevista a entrega do trecho que vai da avenida Valdomiro Lustosa - próximo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), no Japiim 2, até a ponte da avenida Maués, na Cachoeirinha. A obra começou em fevereiro de 2011 e o último prazo dado para ser concluída era dezembro do ano passado.

A justificativa da UGPI para o atraso da obra é de que a vazante dos rios no ano passado ocorreu em ritmo lento e impediu a execução de alguns serviços necessários como o de “ensecadeira”, que desvia parte do curso do igarapé, temporariamente, para o trabalho de macrodrenagem na área.

A burocracia nos processos de indenização também foi apontada como um dos motivos para o atraso da obra. Segundo a UGPI, foi previsto o reassentamento de 4.543 famílias para que fosse possível executar as obras na segunda etapa do programa na área do igarapé do Quarenta. Até este mês, 2.887 foram reassentadas.

A UGPI explicou que o pagamento de algumas indenizações demorou por causa de divisão de bens de herança ou discordâncias entre membros de famílias proprietárias de imóveis e, por consequência, também houve atraso na retirada dos imóveis.

Com o complexo viário pronto, será possível integrar avenidas e ruas que estavam separadas e, com isso, oferecer novos roteiros para quem circula pela região do Distrito Industrial e bairros do Japiim e Cachoeirinha, que hoje sofrem com o fluxo de veículos concentrados nas avenidas Silves e Rodrigo Otavio Jordão Ramos.

Quatro alças viárias vão garantir a fluidez

O viaduto que está sendo construído pelo Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) na avenida General Rodrigo Otávio Jordão Ramos possui quatro alças viárias e seus acessos serão pela avenida Lourenço Braga ( uma alça), pela avenida General Rodrigo Otávio (duas alças) e pela avenida Buriti (uma alça). Duas alças vão facilitar o trânsito de quem quiser sair do viaduto e entrar na avenida General Rodrigo Otávio.

A alça da margem direita do igarapé do Quarenta, chamada Eixo 100, fará um retorno, no sentido Distrito/Centro, à direita, possibilitando que o motorista vá para a avenida General Rodrigo Otávio e siga em direção ao Centro Cultural dos Povos da Amazônia (Bola da Suframa).

Quem mora perto das alças viárias da avenida Rodrigo Otávio ou costuma trafegar pela área, desconfia dos novos prazos dados pelos gestores dessa obra. “Por meses não vimos a movimentação de operários e nem de máquinas no canteiro. As pessoas especulavam que era porque não tinha mais dinheiro para dar andamento e por causa das chuvas. Não sei se agora com essas chuvas vão conseguir dar conta de tudo que ainda falta”, comentou o industriário Alessandro Melo, 28.