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‘Vale a pena morar aqui’, diz síndica do Residencial Viver Melhor, em Manaus

Síndica elogia estrutura da primeira etapa do Residencial, localizado no bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus, que abriga mais de14 mil moradores

Primeira etapa do conjunto habitacional para famílias com renda de até R$ 1.600 foi inaugurado em 2012 com 3.511 unidades

Primeira etapa do conjunto habitacional para famílias com renda de até R$ 1.600 foi inaugurado em 2012 com 3.511 unidades (Winnetou Almeida)

Considerando os mais de 14 mil moradores, seus costumes e alternativas de sobrevivência, dentre outras características, a primeira etapa do Residencial Viver Melhor no bairro Santa Etelvina, Zona Norte, parece outra cidade. O maior conjunto habitacional do País dentro do programa do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida”, para famílias com renda de até R$ 1.600, foi inaugurado em 2012 com 3.511 unidades entre casas e apartamentos.

De acordo com Nara Núbia Garcia, conselheira municipal de Saúde e presidente da Associação dos Síndicos do residencial, aos poucos o conglomerado vai superando suas deficiências à medida que as obras projetadas vão saindo do papel. “Quando o conjunto foi entregue só tinha a estrutura básica. Hoje podemos dizer que vale a pena morar aqui”, ressalta Núbia.

O Estado prometeu construir creches, um Centro de Educação em Tempo Integral (Ceti) para 1.000 alunos do ensino fundamental e médio, além de uma Escola Padrão para 500 alunos. Até agora, apenas uma escola foi inaugurada. A de ensino em tempo integral e uma creche estão em construção.

O residencial Viver Melhor totaliza 8.895 unidades, divididas em duas etapas. A primeira entregou 3.511 unidades e a segunda, em fase de conclusão, vai abrigar 5.384 famílias.

A primeira etapa possui 192 blocos com 16 apartamentos cada, totalizando 3.072 apartamentos, e 439 casas térreas. Para as pessoas com deficiência, foram adaptadas 107 casas com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. As unidades estão distribuídas em 29 condomínios. Os beneficiados têm 10 anos para pagar suas moradias, com parcelas que variam entre R$ 25 e R$ 90.

Isolados pela distância, os moradores dependem de quatro linhas de ônibus e se ressentem de mais opções de lazer. Por enquanto as alternativas são sete quadras de esportes e shows musicais esporádicos.

Enquanto o centro comercial do residencial não foi concluído, predomina o comercio informal. Aldenor Amorim corta cabelo no canteiro central da principal avenida do conjunto. Dona Marise Amazonas, 57, paga a mensalidade de sua casa com a venda de artesanato e doces, enquanto dona Neuza Pedroso, 66, se sustenta com a venda de churrasquinhos.