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Com pouca adesão, policiais promovem manifestação no Centro de Manaus

Ato faz parte de paralisação nacional proposta pela categoria. Sinpol afirma que grupo no AM está em negociação com o Governo para efetivação de demandas

Cerca de 50 policiais participaram de movimento no Centro de Manaus

Cerca de 50 policiais participaram de movimento no Centro de Manaus (Antonio Menezes)

Cerca de 50 policiais civis participaram na manhã desta quarta-feira (21) de uma manifestação na área central de Manaus, onde eram esperados policiais militares, federais e rodoviários federais. O presidente do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol), Moacir Maia, disse que o ato faz parte da programação do Dia de Paralisação Nacional, que está acontecendo em 12 estados.

A manifestação aconteceu no cruzamento das avenidas Eduardo Ribeiro com a Sete de setembro, no Centro da capital, iniciando por volta das 10h. Vestindo camisetas pretas do Sinpol, os policiais aproveitaram para distribuir panfletos à população com dicas de segurança. Na ocasião, lideranças discursaram no alto de um carro de som.

Apesar de aderir ao Dia Nacional de Paralisação, o presidente do Sinpol explicou que a categoria está em negociação com o Governo e descartou a possibilidade de paralisação. Segundo ele, no início da semana foi entregue ao Secretário de Governo Evandro Melo a pauta de reivindicações da categoria, onde está incluído o reenquadramento da função de investigador, escrivão com os cargos de perito, a mudança na lei de promoção e concurso público para delegados, investigadores e escrivães.

Ainda de acorco com Moacir, o objetivo da exigência de concurso deve-se ao fato da falta de delegado de carreira em mais de 123 municípios onde os procedimentos ainda são feitos por policiais militares o que é inconstitucional. Porém, há outras demandas, entre elas a construção de um Complexo de Perícias (Instituto de Criminalística, Instituto de Identificação e Instituto Médico-Legal), reforma de delegacias no interior, cumprimento de lei que regula vale-alimentação, ampliação do quadro de supervisores da Polícia Civil no Amazonas. 

Greve

Oito entidades civis compõem o quadro de instituições reivindicativas no Amazonas, segundo o Sinpol. O Sindicato afirmou que deve aguardar o parecer do Governo, porém não descartou uma possível greve caso o documento não apresente resultados positivos.

“A polícia não lançou nenhum indicativo de greve tendo em vista que um processo de negociação está em andamento. Até o dia 31 faremos nova assembleia para discutir o que foi proposto pelo governo", disse o Sinpol.

PM concretiza paralisação

Soldados da Polícia Militar do Amazonas cruzaram os braços na madrugada do último dia 28 (segunda-feira) para reivindicar melhorias na classe, especialmente nos critérios de promoção e nas escalas de trabalho adotadas pelo comando da PM.

Até agora, não há informações exatas do número de policiais que ficaram sem trabalhar. Após uma reunião com o governador José Melo durante a manhã, os líderes da greve da Polícia Militar (PM), deflagrada na noite de domingo, decidiram encerrar a paralisação.

O governador deu um prazo de 90 dias para efetuar as mudanças. Melo também deixou claro que a manifestação foi legítima, e que não haverá qualquer punição para os envolvidos. Após o encontro, a comissão da PM teve uma reunião de trabalho com o secretário da Casa Civil, Raul Zaidan, para tratar das mudanças.

*Com informações de repórter Joana Queiroz