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600 presos do IPAT fazem motim após transferências de detentos

Os dois homens que foram transferidos foram julgados e condenados nesta segunda-feira a cumprir regime fechado no Compaj e, segundo o secretário da Sejus, seriam representantes de facções criminosas


Ao fim do motim os presos já em suas celas acenavam com lençóis e roupas brancas em sinal de paz

Ao fim do motim os presos já em suas celas acenavam com lençóis e roupas brancas em sinal de paz (Winnetou Almeida)

Cerca de 600 presos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) fizeram um motim na tarde desta segunda-feira (3), após a transferência de dois presidiários para o Complexo Penitenciária Anísio Jobim (Compaj), ambos localizados no quilômetro oito da BR-174.

O titular da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), Louismar Bonates informou que não houve feridos e os internos não queimaram ou causaram danos materiais ao Ipat.

“Eles ficaram insatisfeitos com as transferências de dois homens que ainda não sei a identidade, mas acredito que possam ser integrantes da liderança de facções criminosas na cidade”, especulou.

Conforme informações levantadas pelo Portal A Critica, os dois homens são: Adailton Farias da Silva e Carlos Omar Palheta de Sales, ambos condenados por tráfico de drogas e membros da facção criminosa Família do Norte (FDN). Segundo Bonates, eles foram julgados e condenados nesta segunda-feira (3) a cumprir regime fechado no Complexo Penitenciário Antônio Jobim (Compaj).

O tumulto foi controlado inicialmente por seguranças do Ipat que receberam o reforço dos policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam).

Ao fim do motim os presos já em suas celas acenavam com lençóis e roupas brancas como sinal de paz no instituto.

**Com informações do repórter Bruno Strahm