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Proximidade do Natal aflora o sentimento de solidariedade

Para os voluntários e funcionários de instituições filantrópicas surge como um alívio e a certeza de doações de roupas, alimentos, brinquedos e muito afeto

Instituições filantrópicas aumentam esperança de doações em período natalino

Instituições filantrópicas aumentam esperança de doações em período natalino (Divulgação)

A necessidade não espera, mas se tem uma época do ano que é aguardada por todos os que doam tempo e amor durante o ano é esta: a do Natal.

Para quem trabalha com instituições filantrópicas, dificuldades são vivenciadas a todo momento e muitos se comprometem financeiramente para acolher o próximo. Por isso, em tempo de solidariedade aflorada, tudo o que puder ser doado é bem-vindo.

“Costumamos receber o dinheiro do convênio com o poder público no final do ano, então, quando chega, já é só pra pagar dívida, juros e outras coisas. Se uma criança precisa, fica doente, por exemplo, durante a madrugada, damos assistência, claro, e pra tudo isso vai dinheiro”, explica a assistente social de acolhimento da casa Mamãe Margarida, Soraya Araújo.

Na casa localizada no bairro São José 2, Zona Leste, estão 20 internas, na faixa etária que variam de 6 a 18 anos, encaminhadas pelo Conselho Tutelar ou pelo Juizado da Infância e Juventude.

Além delas, aproximadamente 260 crianças da comunidade são atendidas com aulas do Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano, reforço escolar, esporte, lazer, canto, dança, além de atividades lúdicas como artesanato em geral.

“Por isso, qualquer tipo de material para essas aulas de pintura, bordado, esporte, são bem-vindos”, disse Soraya.

No entanto, a urgência da casa salesiana é para a aquisição de material de limpeza como sacos de lixo, detergente, água sanitária, sabão em pó, desinfetante; e material escolar, por conta do ano letivo que se aproxima.

“Principalmente mochilas. Mas caderno, lápis, tudo é necessário por aqui. Procuramos atender a todos igualmente”, completou a assistente social.

Com 27 anos de atuação, a Casa Mamãe Margarida tem como lema “Acolher, Defender e Promover a Vida” e segue os preceitos de ensinamento de Dom Bosco e Madre Mazzarello.

Duas vagas serão abertas no final do ano. No entanto, a realidade é outra: 45 adolescentes aguardam, atualmente, uma vaga de acolhimento institucional, segundo o Serviço de Acolhimento Institucional (Sai), di Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

“Os serviços de acolhimento hoje em Manaus não dão conta da demanda e essa é uma realidade de todo o Estado”, disse Soraya.

Carência até de roupa íntima

Ninguém imagina, mas no abrigo Moacyr Alves, faltam roupas íntimas para os internos que vão de 0 a 38 anos. “Têm de ser tamanhos grandes. É uma coisa que quase ninguém imagina que precisa, mas falta muito”, disse a responsável pela arrecadação de doações, Corina Amaral.

Além disso, itens para compor a ceia, que acontecerá dia 22, e brindes para ser sorteados para os funcionários, também estão na pauta de necessidades. “Eles também merecem pelo trabalho que fazer aqui”, afirmou Corina.

Roupas, lençóis, toalhas, sapatos, além de material de limpeza e alimentos perecíveis, como carne, frutas e verduras também compõem a lista. Caso a pessoa não possa levar até a casa, localizada no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste, a coordenação se responsabiliza pela busca dos donativos.

Desde 1996, a instituição faz o acolhimento de pessoas com deficiências, de alta e média complexidade, visando o resgate, promoção, proteção e inserção social, além de educação, habilitação e reabilitação motora dos assistidos.

Faltam móveis a alimento

Crianças vítimas de violência sofrem com o calor em abrigo. A Casa que recebe mulheres agredidas precisa de comida a pasta de dente

As risadas das crianças que brincam no pátio do Lar Batista Janell Doyle, no bairro Mauazinho, Zona Leste, contagiam quem está no local. Desde 1996, a instituição atende crianças vítimas de maus-tratos, abusos e desnutrição.

Atualmente, são 25 crianças de 0 a 12 anos nessa situação. Além disso, o Janell Doyle tem 300 famílias cadastradas, o equivalente a 600 crianças, que recebem acompanhamento social como cestas básicas e palestras preventivas e serviço de creche para as que têm entre 3 e 5 anos.

Segundo Kenia Nobre Ferreira, uma das coordenadoras, objetos como ar condicionado, lavadora de roupas, guarda-roupas, armários, ventiladores são essenciais para atender a demanda de crianças. “São bens que vão beneficiar nossas crianças indiretamente”, disse.

Lar das Marias

O Lar das Marias, no bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste, precisa de tudo, inclusive alimentos como verduras, frutas, além de produtos de higiene. A casa atende até 12 mulheres em tratamento de câncer do interior do Estado.

As idades variam de 18 a 80 anos e algumas estão há mais de um ano no local. Segundo a administradora Regina Rodrigues, produtos de limpeza e higiene pessoal também estão em falta.

Informações para quem quer ajudar

Casa Mamãe Margarida - Tel: 3248-2331 - Banco do Brasil: Ag-1862-7 e C/C 40.156-0 - e-mail: cmm.projetos@hotmail.com

Lar Batista Janell Doyle - Tel: 9122-3838 - Bradesco: Ag -1999-2 e C/C 025467-3 (Tem lista de produtos e opções de ajuda) - e-mail: larbatistamanaus@gmail.com

Abrigo Moacyr Alves - Tel: 3238-2115 - Bradesco: Ag- 3734-6 e C/C 4780-5 - e-mail: abrigomoacyralves@hotmail.com e abrigomoacyralves@gmail.com

Lar das Marias - Tel: 3238-5337 - Bradesco : Ag - 2239-0 e C/C 25.786-9 (Busca doações) - e-mail: lardasmarias@bol.com.br e facebook: lar.marias@bol.com.br