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Quatro suspeitos de amordaçar e matar comerciante são presos quatro meses após o crime

Em depoimento, os suspeitos alegaram que a morte do comerciante foi motivada por uma dívida com o tráfico de drogas, mas a polícia está investigando o caso como latrocínio

Eles foram apresentados na Derfd na manhã desta terça-feira

Eles foram apresentados na Derfd na manhã desta terça-feira (Divulgação)

Nesta terça-feira (21), quatro homens com idade entre 18 e 36 anos foram presos e apresentados na Delegacia Especializa em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd), suspeitos de um latrocínio ocorrido no dia 14 de março deste ano, no conjunto Ben-Hur, bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus. Na ocasião, o comerciante Manoel Alves de Lima, 34, foi atraído por a casa de um dos suspeitos, onde foi amordaçado, espancado e morto.

Adalberto Oliveira da Silva, 32, mais conhecido como “Juvenal”; Agassis Vieira Lopes Filho, 36, conhecido como “Negão”; Jessé Castro Lopes, 21; e Talison Pereira da Silva, 18, conhecido como “Gogo Boy” são os presos pelos policiais civis encarregados da investigação.

As prisões ocorreram entre as 7h e as 16h da segunda-feira (20), em cumprimento aos mandados de prisão expedidos pelo juiz da 8ª Vara Criminal, Carlos Zamith de Oliveira Júnior, no último dia 16 de julho.

Adalberto foi preso em sua residência, na rua Andirá Açu, bairro Colônia Terra Nova 2, na Zona Norte da capital. Os demais foram presos em uma casa na rua Louro Chumbo, bairro Monte das Oliveiras, também na Zona Norte.

O crime

Segundo a polícia, antes de matar Manoel os suspeitos ainda ligaram para a esposa da vítima e mandaram que ela entregasse um televisão de 52 polegadas, um carro Palio e mais R$ 2 mil em espécie caso quisesse ver o marido vivo. Os bens não foram recuperados pelos policiais.

A mulher que atraiu Manoel para o local do crime, Ana Paula Nascimento de Oliveira, foi indiciada mas não foi presa, por ter se apresentado espontaneamente.

Em depoimento, os suspeitos alegaram que a morte do comerciante foi motivada por uma dívida com o tráfico de drogas, mas a polícia a princípio refuta essa hipótese e está investigando o caso como latrocínio.

*com informações da repórter Joana Queiroz