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Gerente de Marketing da Copa Air Lines ressalta a importância do voo Manaus-Panamá

Com 65 anos de história e presença marcada em sete capitais brasileiras, a companhia comemora oito anos de operação em Manaus com destino é o Panamá

‘Conexão favorece o PIM’, diz gerente de companhia

‘Conexão favorece o PIM’, diz gerente de companhia (Divulgação)

Até alguns anos atrás, o passageiro que, partindo de Manaus, desejasse viajar para conhecer novos destinos no exterior enfrentava uma verdadeira saga que incluía várias conexões obrigatórias em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo e muitas horas entre vôos e espera em aeroportos.

Embora Manaus seja distante dos grandes centros mundiais, realizar essas travessias hoje ficou mais simples. Companhias aéreas nacionais e internacionais mudaram o foco e investem em destinos regionais como Manaus para criar rotas diferenciadas e voos diretos, gerando emprego e movimentando a economia local.

Uma destas empresas é a Copa Air Lines. Com 65 anos de história e presença marcada em sete capitais brasileiras, a companhia comemora oito anos de operação em Manaus com destino é o Panamá.

Em visita de relacionamento comercial à cidade, o gerente de marketing da companhia pela América do Sul, Emerson Sanglard, contou ao DINHEIRO um pouco da trajetória da empresa em Manaus, o amadurecimento da cidade como roteiro de turismo e de negócios e traçou perspectivas do mercado das companhias aéreas para o Amazonas.

A companhia foi pioneira em ligar Manaus ao Panamá, considerado um grande centro de distribuição (hub) para destinos nas Américas e no Caribe. Após oito anos, que legado essa iniciativa deixou para cidade?

O primeiro foi a oferta do serviço. O manauara não precisa mais se deslocar tanto para viajar para o exterior como fazia antes. Essa conectividade é o benefício maior. Outra ótica importante é a econômica. Com essa conexão, são atraídos investimentos e cria-se uma relação com investidores internacionais. É um grande portal de oportunidades.

Qual a frequência dos voos oferecidos hoje para a capital amazonense?

Para Manaus oferecemos um voo diário com destino ao Panamá e de lá o passageiro se reconecta com os demais destinos que desejar. O voo tem duração de três horas aproximadamente e as passagens são vendidas em média por US$ 600 dólares, ida e volta. Nos últimos dois anos, passamos a oferecer o voo direto, ou seja, sem escala.

E quais são as principais vantagens dessa ligação?

Hoje o Panamá tem uma economia pujante e atrativos turísticos que chamam a atenção também dos amazonenses, além de facilitar a chegada a outros destinos nas Américas. Do ponto de vista dos negócios, o País e Manaus possuem uma boa relação comercial com a atividade de importação de lá para cá de itens como perfumes, artigos de casa, peças de vestuário. Além disso, a conexão favorece o Polo Industrial de Manaus, pois facilita a realização de negócios entre empresários.

Neste tempo de atuação, o senhor avalia que Manaus amadureceu como destino e como local de investimento das companhias aéreas?

Sim. É um momento de amadurecimento que mostra o forte potencial econômico e turístico da região e que faz com que sejam atraídas novas operações de linhas aéreas e de toda a infraestrutura turística necessária.

E que leitura podemos fazer dessa situação do ponto de vista do mercado?

O mercado evoluiu. Temos uma demanda crescente de pessoas que buscam viajar para o exterior. As empresas aéreas enxergam isso, avaliam geograficamente cada oportunidade, fazem seus cenários macroeconômicos, observam individualmente cada região e julgam se vale a pena investir numa específica para desenvolver tanto a rota, o destino ou novas conexões. É o que tem acontecido com Manaus.

A Copa do Mundo beneficiou a divulgação do destino?

Sim porque todos os olhares do mundo se voltaram para Manaus. A exposição foi mundial e nossa aposta é de que devem-se abrir portas de entrada e de saída para a economia regional.

Mesmo com a economia crise, que perspectivas podem ser desenhadas nos próximos anos?

A tendência das companhias é de valorizar regiões como Manaus e dar continuidade à essas ligações para países diferentes. O Brasil não é mas só o eixo Rio- São Paulo. Hoje é mais evidente que existem uma série de regiões com potencial econômico e uma dinâmica em todos os sentidos.