No segundo dia de julgamento do ex-goleiro Bruno Fernandes nesta terça-feira (5), em Contagem, Minas Gerais, novas testemunhas de acusação e defesa foram ouvidas pelo tribunal do júri.
A prima de Bruno, Célia Aparecida Rosa Sales procurou desmentir as acusações de que seu parente havia sido o mandante do assassinato. Ela afirmou ao júri que Bruno queria ajudar Eliza Samudio comprando para ela um apartamento para que morasse junto do filho dos dois, Bruninho.
Célia jogou a responsabilidade pela morte de Eliza Samudio em Macarrão, que segundo ela, era um ‘faz tudo’ to primo. A causa teria sido o ciúme que Macarrão sentia por Bruno.
A ex-namorada de Macarrão, Andreia, disse temer pela própria vida se contar tudo o que sabe sobre o caso por ‘haver muita gente do Bruno aqui fora’, afirmou à imprensa. Ela afirmou em juízo que foi o goleiro Bruno quem ordenou a execução de Eliza Samudio.
Ex-mulher sendo ouvida
Neste exato momento, a ex-mulher de Bruno, Dayane Rodrigues, está sendo ouvida pelo júri. Bruno Fernandes foi liberado pelo juíza Marixa Fabiane, para voltar à penitenciária Nelson Hungria, por que não ouvir o depoimento de Dayane.
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