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Manaus Ambiental é obrigada a liberar água

Concessionária Manaus Ambiental sonega o produto no bairro Colônia Terra Nova, na Zona Norte


Uma família gasta em média quatro garrafões diários no valor de R$ 5 cada e mais R$ 1por entrega do garrafão, totalizando R$ 24 por dia

As tarifas de cobrança deixaram de ser entregue porque a água também não vinha mais para as torneiras das casas (Luiz Vasconcelos)

A empresa Manaus Ambiental (MA) deverá retomar imediatamente o fornecimento regular de água aos moradores do bairro da Terra Nova, na Zona Norte, interrompido desde janeiro deste ano. Em decisão liminar, solicitada pela Defensoria Pública do Estado (DPE), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) determinou a medida e caso não seja cumprida, haverá o pagamento de multa diária de R$ 5 mil.

A liminar foi concedida pelo juiz plantonista George Lins. A notícia foi comemorada pelos moradores que reclamam ter que buscar água em poços artesianos disponibilizados porque a canalização instalada pela empresa não funciona, já que a água não chega.

O defensor público Arlindo Gonçalves, autor da ação, informou que em outubro passado, a empresa concessionária de águas havia se comprometido, no prazo de três meses, em restabelecer o fornecimento do líquido à população, o que não aconteceu, levando o órgão a pedir a concessão de liminar ao Tribunal de Justiça para que o problema seja resolvido.

A DPE já havia conseguido a suspensão das cobranças do consumo, já que não havia serviço prestado. Arlindo disse que a empresa deverá providenciar a distribuição de água até por meio de carros-pipa para atender aos moradores.

No bairro Terra Nova 1, o feirante Raimundo Saraiva, 49, comemorou a decisão porque, segundo afirma, não há o fornecimento regular de água há bastante tempo. Tanto que até a tarifa não está sendo paga. “Eles pararam de cobrar porque não vinha mais água”, comentou o feirante, morador há 17 anos no bairro. Segundo ele, o jeito é buscar água em poço artesiano da comunidade. A Aposentada Raimunda Alves Batista, 75, tem poço artesiano em casa, mas prefere esperar quando chega a fornecida pela empresa.

A Manaus Ambiental informou, por meio da assessoria de imprensa, que só se pronunciará quando for intimada.