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  • Deputados entregam novas denúncias contra Adail Pinheiro

    Os deputados Luiz Castro e José Ricardo, mais os representantes dos parlamentares Marcelo Ramos e Chico Preto também assinaram a representação no Ministério Público do Amazonas que pede a intervenção estadual em Coari

    O MPE agora tem mais fatos relevantes sobre a situação naquele município

    O MPE agora tem mais fatos relevantes sobre a situação naquele município (Divulgação)

    O deputado estadual Luiz Castro (PPS) entregou nesta segunda-feira (3) ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) informações complementares a serem adicionadas ao pedido de intervenção estadual no município de Coari – a 363 quilômetros de Manaus.

    A peça, com cerca de 50 páginas, acrescenta mais 10 denúncias contra o prefeito Adail Pinheiro, acusado de comandar uma rede de exploração sexual de menores no município.

    “São 53 páginas com 25 documentos anexados que trazem elementos e informações adicionais que robustecem as denúncias que já existem contra Adail Pinheiro. Estes elementos justificam o pedido de intervenção estadual no município. Mesmo com as denúncias que existem há tempos, o desvio criminoso de recursos públicos ainda assola a cidade”, comentou Castro.

    Entre as novas denúncias apresentadas estão: licitações fraudulentas, contratações irregulares da prefeitura com empresas prestadoras de serviço, ameaças à testemunhas em casos já denunciados de pedofilia e prostituição infantil, nepotismo e o fato de que há dois relatórios finais da CPI da Câmara Municipal de Coari, que investigou as acusações de desvio de verba pública e prostituição infantil.

    “O relator da CPI, Iran Medeiros (DEM) fez graves denúncias contra o prefeito Adail em relação à existência da rede de exploração sexual de menores. Mas, inexplicavelmente, mudou de opinião e uma semana depois apresentou um outro relatório à mesa da câmara com 18 páginas onde inocenta Adail de todas acusações. Pior, sem qualquer justificativa”, explicou Castro.

    O preço pago pela prefeitura para serviços de saúde também são questionados, como o aluguel de uma ambulância no valor de R$ 50 mil. Acima do valor de mercado se comparado com outros municípios do estado, segundo o estado. "O dinheiro desviado é usado para mantêr esta rede criminosa criada pelo prefeito para ficar livre e continuar cometendo seus crimes. Como pode um cidadão que tem pouco menos de R$ 300 mil em bens declarados usar o salário de prefeito da cidade para pagar advogados caríssimos em Brasília para lhe defenderem dos mais de 60 processos que sofre?", questionou odeputado.

    Força das denúncias

    Na opinião do parlamentar, o MPE agora tem mais fatos relevantes sobre a situação naquele município, além das suspeitas de pedofilia, da submissão da Câmara Municipal e do funcionamento precário do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), órgãos que atuam no acolhimento às adolescentes vítimas de abuso sexual em Coari.

    “Com Adail no poder, a precariedade nas instituições que amparam crianças e adolescentes vítimas de abusos sexuais no município continuará, assim como a violência e a exploração de crianças na cidade”, afirmou Luiz Castro.