Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Taxistas fazem protesto em frente ao 19º DIP exigindo soltura de colega preso

Ângelo Farias da Silva, 37, foi preso quando conduzia um táxi com três suspeitos de tráfico de drogas, que carregavam porções de maconha. Colegas de profissão e familiares afirmam que ele foi preso injustamente

Bando foi preso por policiais da Rocam e levados à delegacia

Ângelo aparece de blusa vermelha na ponta esquerda (Divulgação)

Dezenas de taxistas realizaram uma manifestação em frente ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), na avenida Coronel Teixeira, na Zona Oeste de Manaus, próximo ao Shopping Ponta Negra, em repúdio à prisão do companheiro de profissão Ângelo Farias da Silva, que teria sido capturado injustamente com mais três homens suspeitos de tráfico de drogas.

Os manifestantes chegaram a fechar toda a avenida por volta de 21h, atrapalhando o trânsito no sentido bairro-Centro. De acordo com informações da assessoria do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) os taxistas liberaram a via após negociações com a Polícia Militar e agentes de trânsito. Alguns táxis ainda permanecem no local, mas a maioria deles já havia ido embora do local.

O protesto era contra a prisão de Ângelo, que foi pego domingo (3) junto com Wendell Ribeiro do Nascimento, 26, conhecido “Pinguelão”, Alex Reis da Silva, 28, e João Kayb Damasceno Martins, 23, dentro do táxi modelo Corsa de placas JXP-2704. No veículo conduzido por Ângelo, os três suspeitos carregavam porções de maconha. Os três teriam passagem na polícia, sendo que dois já respondem a processos por tráfico, e inclusive seriam membros da facção criminosa Família do Norte (FDN).

A prisão do grupo aconteceu no bairro Compensa, Zona Oeste, e foi feita por policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam). Os PMs fizeram abordagem, encontraram as porções de droga e, após indagações, conseguiram o endereço do "laboratório" de drogas onde o grupo guardava mais de 10 quilos de entorpecentes, entre maconha, cocaína e oxi, na rua do Areal, Compensa 3.

As informações sobre as prisões foram repassadas pelo tenente Aldivan, da Rocam. Já conforme a Polícia Civil, Ângelo informou, em depoimento, que apenas estava trabalhando, e não sabia quem eram aqueles homens nem que os mesmos carregavam drogas. Segundo o tenente Aldivan, o bando vendeu drogas em um arraial no bairro Lírio do Vale, Zona Oeste, e retornava à sede para buscar mais entorpecentes.

Essa versão foi negada pela esposa de Ângelo, identificada como Eliana. Tanto ela quanto outros três presos, Wendell, Alex e João Kayb, negaram o envolvimento de Ângelo no tráfico e drogas. Entretanto, o fato não comoveu o delegado do 19º DIP, e Ângelo continuou detido, autuado em flagrante por tráfico de drogas, o que motivou a revolta dos colegas de profissão.