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Fluidez no trânsito: População questiona novos viadutos

Motoristas se queixam de que as obras só jogam o congestionamento adiante, mas Manaustrans prevê novas obras para melhorar o tráfego na cidade


Obra do Complexo Viário 28 de Março está 90 % concluída, segundo a Seminf

Obra do Complexo Viário 28 de Março está 90 % concluída, segundo a Seminf (Antônio Lima)

Os viadutos espalhados por Manaus são motivos de questionamentos por parte da população. O que para alguns motoristas ajuda a desafogar o trânsito para outros, não influencia em nada e transfere os congestionamentos para outro ponto. Para o motorista Paulo André de Souza, 29, o Complexo Viário Gilberto Mestrinho, no bairro Coroado, é um exemplo de obras que não influenciam positivamente o trânsito.

Segundo ele, o congestionamento da área fica concentrado próximo a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e o viaduto serve apenas como uma ponte para “jogar” os veículos para onde está o congestionamento.

Prestes a ter a obra concluída,  o Complexo Viário 28 de Março, na avenida Torquato Tapajós, na confluência com a avenida Santos Dumont (estrada do aeroporto), também é motivo de desconfiança de condutores como Paulo André, quanto a sua eficácia na melhoria do fluxo.

Segundo o diretor presidente  do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) Paulo Henrique Martins,  no trecho onde está sendo construído o viaduto, passam em média 5.800 mil veículos por hora, e a previsão é a de que futuramente possam transitar pelo local 12 mil veículos por hora.

Ainda segundo Paulo Henrique, o novo complexo vai facilitar o trânsito na Zona Oeste, em todos os sentidos, tanto para quem está indo ou voltando do aeroporto, como para quem segue para as rodovias (BR-174 e AM-010) ou com destino ao Centro.

O diretor do Manaustrans explica ainda que, atualmente, quem vai para o aeroporto precisa parar no semáforo, causando congestionamento na avenida Torquato Tapajós no sentido bairro-Centro. “O semáforo será eliminado dando maior fluidez ao trânsito”, disse.

Paulo Henrique acrescenta que o complexo tem três faixas de tráfego, o que representa uma capacidade muito superior da atual. A obra do Complexo Viário 28 de Março, está 90 % concluída, segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). A previsão é a de que até a primeira quinzena de agosto, a população possa utilizar o viaduto, orçado em R$ 24 milhões.