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Suzane Von Richthofen recusa semiaberto e quer continuar confinada em prisão

Acusada de participação na morte dos próprios pais, Suzane havia conquistado o direito de passar para o regime semiaberto mas abriu mão do benefício e quer cumprir o resto de sua pena de mais de 30 anos confinada na Penitenciária Feminina I de Tremembé, no interior de São Paulo

Suzane mostra-se alegre e sorridente após mais um dia na cadeia

Suzane mostra-se alegre e sorridente após mais um dia na cadeia (Reprodução)

A detenta Suzane Von Richthofen decidiu recusar o benefício de progressão para o regime semiaberto e continuar até o fim de sua pena de 38 anos confinada no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo.

Conforme noticiou o site da revista Veja nesta terça-feira (19), Suzane fez uma solicitação formal à direção do presídio na última segunda-feira (18) informando sobre seu desejo de continuar ali por sentir-se segura na unidade. A carta escrita a punho próprio foi enviada para a juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté.

O pedido de progressão de pena havia sido expedido pela juíza na última semana e causou alvoroço na opinião pública. Suzane sairia para trabalhar como secretária executiva em um escritório de advocacia de um amigo de sua falecida família e retornaria para a prisão no fim do dia.

No regime semiaberto, o preso vai para um Centro de Ressocialização ou para uma colônia penal. Pode trabalhar em estabelecimentos conveniados com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). Com a rejeição do benefício, Suzane também perde o direito a saídas temporárias, e a presa está ciente disto.

Presa há 12 anos, Suzane tem um bom relacionamento com as outras detentas e é chefe da oficina de confecções da prisão. Ela é supervisora de outra presa infame, Anna Carolina Jatobá, do conhecido Caso Nardoni.