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Amazonas tem a quinta pior internet banda larga do país

Entre os 26 estados onde a velocidade média mensal foi analisada, o Amazonas registrou a quinta mais baixa. Os três estados da região Sul registraram os melhores resultados

Entre os estados com média abaixo do Amazonas, três são da região Norte

Entre os estados com média abaixo do Amazonas, três são da região Norte (Clóvis Miranda)

O estado do Amazonas possui a 5ª pior internet banda larga fixa do país, segundo publicação divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A pesquisa apurou a velocidade média em 26 estados – Amapá não apresentou registro - incluindo o Distrito Federal.

Na análise, as empresas Oi e NET tiveram seus planos medidos no Amazonas, os quais registraram o alcance de 88,74% de velocidade para os planos mensais contratados pela empresa NET e 80,59% para a Oi. A pesquisa leva em conta que o valor necessário é 70%.

Entre os estados que apresentaram os maiores índices estão Paraná (104,23%), Santa Catarina (103,58%) e Rio Grande do Sul (103,22%). Abaixo do Amazonas em quesito velocidade média estão apenas Sergipe (84,31%), Rondônia (77,14%), Acre (75,12%) e Roraima (75,10%).

O processo de medição consiste na instalação de aparelhos em locais sorteados pela Entidade Aferidora de Qualidade (EAQ) da Anatel. As avaliações foram feitas em dezembro de 2013 em prestadoras com mais de 50 mil clientes.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) considerou o desempenho das operadoras satisfatório tanto na banda larga fixa como na internet móvel. Segundo a entidade, as prestadoras realizaram investimento superior a R$ 100 milhões, apenas nos sistemas e dispositivos de fiscalização e vêm trabalhando desde 2012 para adequar suas redes e ofertas às exigências da Anatel.

Banda larga móvel

Na análise sobre a banda larga móvel, os piores resultados foram verificados no Amapá, onde as quatro operadoras avaliadas (Claro, Oi, TIM e Vivo) não atingiram as metas estabelecidas pela Anatel, de 95% para velocidade instantânea e de 70% para a velocidade média. O melhor cenário também está no Paraná, onde as seis operadoras avaliadas (Claro, Nextel, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo) atingiram as metas da agência reguladora.