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CPI da Pedofilia no AM ouve depoimento de criança de seis anos que foi violentada

Uma  menina, acompanhada dos pais, relatou aos membros da comissão  que sofreu violência sexual

Presidente da CPI, deputado Abdala Fraxe, e a delegada de Polícia Linda Gláucia

Presidente da CPI, deputado Abdala Fraxe, e a delegada de Polícia Linda Gláucia (Bruno Kelly)

A CPI da Pedofilia da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) ouviu, ontem, o depoimento de uma criança de seis anos de idade, acompanhada dos pais, que foi vítima de violência sexual. O depoimento foi mantido sob sigilo e os membros da comissão não revelaram se o crime ocorreu em Manaus ou em algum município do interior do Amazonas. Ontem, a CPI ouviu, também, a delegada titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Linda Gláucia.

De acordo com o presidente da CPI, deputado Abdala Fraxe (PTN), o depoimento da menina, que ocorreu às 15h, deixou a comissão “sem palavras”. “Hoje ouvimos o depoimento dessa criança de apenas seis anos de idade, e que, infelizmente, foi vítima de violência sexual, e agora vamos tomar as providências cabíveis para que o mais rápido possível esse caso seja investigado. A descrição feita pela menor deixou a gente sem palavras”, revelou Fraxe.

Às 16h, a CPI iniciou, a portas fechadas, a reunião com a delegada Linda Glaucia. O objetivo, de acordo com Abdala, era  saber detalhes sobre a Operação Estocolmo, que resultou em denúncia aceita pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), transformando 20 suspeitos em réus, que respondem pelo crime de exploração sexual de adolescentes. Entre eles, o deputado Fausto Souza (PSD). “A comissão quis saber mais detalhes da operação Estocolmo, porém, como corre em segredo de Justiça, a delegada Linda Glaucia foi bem resumida sobre o processo”, afirmou Abdala.

De acordo com a delegada, a sua convocação foi para prestar esclarecimentos. Ela disse que, no início, falou sobre os trabalhos realizados pela Depca. “Apesar das dificuldades estruturais que existem, conseguimos, graças a Deus, os nossos objetivos, que é o de colocar os autores de crimes contra crianças e adolescentes atrás das grades, tentando, desta forma, minimizar os casos de violência contra menores. Detalhes do Estocolmo eu não posso revelar, pois todos os processos resultantes dele, correm sob segredo de justiça”, disse a delegada.